Belgium
Arrondissement Turnhout

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16 travelers at this place:

  • Day500

    Grobbendonk

    November 8, 2017 in Belgium

    After our day in Antwerp we stayed 2 nights at the motorhome aire on the outskirts of Grobbendonk (another great Belgian name!) There were a lot of other vans there as the aire provided electric hookup for a small charge, but it was generally a quiet spot.

    Grobbendonk was a regular brown brick Belgian town. On the 1st morning we strolled up and down the mainstreet and past the bread vending machine to visit one of the two boulangeries for a loaf and sweet treats. Behind a glass panel there was a display of themed chocolates and marzipan creations. Many of the chocolates were in the shape of a holy man in a mitre and alongside the fruit shapes, were marzipan ducks! No, they hadn't made a special effort for us Duckworths, the collection was all in aid of St Niklaas or Sinterklaas and the day of present giving on 6th December. Santa Claus is reportedly based on Sinterklaas, who arrives in Belgium by steamboat from Spain each year. This legendary figure with his white beard, red mitre and robes, parades through towns on his white horse. Children cheer and sing Sinterklaas songs as his Zwarte Piet (Black Peter) assistants throw sweeties and gingerbread cookies into the crowd. Kids will leave their shoes with a carrot or hay and some water for Sinterklaas' horse by their chimney or radiator. If they've been good, they'll revieve a small present or some of the plethora of festive sweets, including mandarins, the first letter of their name or coins made out of chocolate, suikerbeest; (sugar animals) and speculaas (cinamom biscuits). Ring any bells so far? If they have been bad then the politically incorrect Black Pete will snatch them away with his cane and jute bag 🤤

    Belgians celebrate Christmas on 25th of December as we do in the UK but it is always interesting to learn about the different traditions of each country.

    With Vicky clutching the box containing our marzipan ducks, we returned to the van, via a frituur for Will to buy some lunchtime fries.
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  • Day57

    Die Gemeinde besteht aus 22 Stücken, von denen 16 im Ort Baarle selbst und 6 in der näheren Umgebung von Baarle liegen. In 2 der zu Baarle-Hertog gehörenden Exklaven, liegen wiederum insgesamt 7 niederländische Exklaven von Baarle-Nassau. Komisches Dorf, aber spannend zu sehen sind die am Boden eingezeichnete Grenzverläufe. Völlig Wirr und ohne Logik.

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    The municipality consists of 22 pieces, 16 of which are located in Baarle itself and 6 in the vicinity of Baarle. In 2 of the Baarle-Hertog belonging to the exclaves are again a total of 7 Dutch exclaves of Baarle-Nassau. Funky village but exciting to see are the borderlines marked on the ground. Totally confused and without logic.Read more

  • Day14

    Müde müde....

    July 31, 2016 in Belgium

    Die 900 km waren dann doch nicht zu schaffen. Also haben wir in Belgien gestoppt um zu schlafen. Kaffee, und dann lieber letzten 70 bis zur Fähre. Week Pass gebucht um online zu sein..... Am Ende haben wir dann doch noch in Belgien für 118.4 getankt. Aber der Wagen ist nun randvoll und sollte durch das deutlich teurere England reichen.

  • Day58

    Bobbejaanland

    May 28, 2017 in Belgium

    Heute war ich mit Tim im Bobbejaanland. Ziel war es ein paar neue Counts zu sammeln damit Helix in Liseberg meine Nummer 100 werden kann.

    Wir sind mit recht geringen Erwartungen angekommen wurden aber immer wieder positiv von dem kleinen Park überrascht. Viele kleine Rides, King Kong, 7 Coaster und ein generell schöner Park bei bestem Wetter haben uns einen schönen Tag gebracht.

    Besonders gefallen hat uns der kostenlose VR Ride von Samsung in der Revolution Bahn. Aus einem sonst sehr langweiligen Coaster konnte man so einen spannenden Ride machen der zu Wiederholungsgefahrten einlädt.Read more

  • Day1

    First things first

    July 19, 2016 in Belgium

    Een leuke reis begint met een goede voorbereiding. Het zonnetje, een fris pintje en we kunnen beginnen plannen. De spanning stijgt en we krijgen nu alleen nog maar meer zin om te vertrekken. Nog 4x slapen en we zijn weg, spannend!

  • Day9

    Graspop

    June 19, 2017 in Belgium

    4 dias de muito metal e sujeira! 🤘

    Foi isso que passei no Graspop durante todo esse tempo. Do festival eu não tenho nada a reclamar. Achei tudo muito bem organizado, desde entrar, ir para o acampamento, pegar pulseiras e entrar no festival. Até os horários, todo show começava no horário certinho, nem 1 min pra mais nem pra menos. Tinha barraca de comida e bebida pra todo lado, banheiros (e eles sempre estava limpos e tinham papel) e água para beber de graça, um dos cantos tinha até WiFi - e funcionava! Ah, infelizmente eles não deixavam entrar com câmera, nem mesmo GoPro. Ou seja, todas as fotos foram do celular. Mesmo sendo boas, seria melhor se fossem pela câmera.

    Vi ao total uns 20 shows inteiros e uns 6 pela metade ou algumas partes só. Alguns não me interessavam ou eu não queria ficar próximo então acabei ficando de longe mesmo. 20 shows! E todos eles impecáveis. Acho que teve 1 que o som parou de funcionar (Amorphis) e foi isso.

    Acampamento:
    Nunca tinha acampado na vida, essa foi uma experiência super estranha. Até porque quando cheguei para acampar comecei a procurar lugar perto do festival, para não andar tanto indo e vindo. E como não tinha lugar, eu fui indo pra longe e longe e longe... fui parar no terceiro e último complexo de banheiros que tinha. O bom é que acabei ficando perto das duchas, dava pra tomar banho e ir para a barraca rápido. Na hora que comecei a tirar a barraca da mochila para montar começou uma guerra. O pessoal quer montar a barraca super rápido para conseguir espaço, ou sei lá porquê. Sei que eu estava tirando da mochila e o cara do lado já estava chutando minha mala pro lado para colocar a dele. Foi meu primeiro contato com o europeu primitivo. E daí pra frente só piorou...

    Dentro da barraca faz um calor desgraçado se estiver quente fora e um frio maldito se estiver frio. Tanto que dormi de blusa e calça quase todos os dias. A temperatura abaixava, batia um vento, formava humidade por fora da barraca, já era. Parecia que eu estava de volta ao inverno brasileiro.
    Ficar dentro da barraca, arrumar todas as coisas, se trocar, até que não foi tão ruim. Por sorte eu tinha lido já que é sempre bom pegar uma barraca maior para cada pessoa. Se vai dormir 1 pessoa, é bom pegar uma barraca de 2 pessoas, para conseguir colocar a mala e talz.
    Dormir em si não foi tão difícil depois do primeiro dia. O primeiro dia eu não estava tão cansado, não tinha pego protetor auricular ainda, estava me acostumando com o colchão, passei frio porque quis usar a blusa de travesseiro. Depois do segundo em diante, o dia que começaram os shows principais mesmo, eu colocava o protetor, subia o saco de dormir até em cima da cabeça e adeus mundo. O colchão inflável foi caro mas olha, excelente compra 👍
    O banho foi um balde de água fria hahaha. Eles cobravam 1 token para tomar banho e só deixavam aberto até as 23h. Mas veja bem, todos os shows principais iam até 1h30 por aí. Era uma escolha: tomar banho ou ver show principal. Eu escolhi os shows todas as vezes hahaha. Foi tenso, ficar o dia inteiro no sol, pulando no meio de mosh, com protetor solar e aí a noite não ter como tomar banho e ainda passar frio tendo que colocar blusa e calça. O único dia que eles foram bonzinhos foi o último, que muita gente estava indo embora 2h da manhã mesmo. Eles deixaram os chuveiros abertos e não cobraram. Foi a noite que dormi mais feliz hahaha

    Show na europa:
    O público é o mesmo, mas tem umas diferenças de comportamento durante o show que achei notáveis. Uma delas é que na maior parte dos shows, se você estava em um lugar, as pessoas respeitavam e era isso. Ninguém ficava tentando entrar na sua frente, ou juntando 3 do seu lado e te empurrando aos poucos. Seu lugar era seu lugar. Inclusive tinha um pessoal que saía para pegar cerveja e depois queria voltar pro mesmo lugar. Ao mesmo tempo que achei interessante, achei um saco. Saiu perdeu o lugar, pô!
    Eles tem muita mania de crowd surfing. E quem fica na linha de carregar as pessoas se ferra, não dá pra ver o show. Toda hora vem uma bota na cara, uma bunda na cabeça e você lá carregando pessoas para frente. Ah, e aí isso se junta com o ponto anterior, então o cara ia até lá na frente, saía depois das grades (e saía mesmo, não tentava ficar ali pra ver o show) e voltava pro meu lado de novo. Que bruxaria é essa?
    Os shows mais tenso que vi foram Epica e Five Finger Death Punch. Epica teve muito crowd surfing, mosh e wall of death. Até aí tudo bem, mas estava chato já tentar ver o show e nego passando por cima da sua cabeça. E o FFDP foi impossível de ver. Tentaram roubar meu celular, teve momentos que tinha 2 moshs ao mesmo tempo, muito crowd surfing e um calor absurdo. Depois desse show eu não fui pra frente em nenhum outro show - só Opeth, mas era em um palco menor e mais tranquilo e eu cheguei cedo o bastante para ficar na grade.
    Os palcos principais ficam relativamente vazios até o show começar. A galera sai de um lado e vai pro outro mesmo, ninguém fica lá esperando show.
    Lá é bem normal usar protetor auditivo para ver os shows. Tão normal que eles estavam dando de graça na entrada. Todo mundo basicamente usa. Eu usei alguns shows, outros não. Tinha momentos que parecia que o som ficava muito ruim com eles, tinha hora que eu não queria ouvir a música direito mesmo haha

    Europeu primitivo:
    Eu coloco dessa maneira porque eu vi o pior do europeu. Sempre pensei neles como um povo educado, mas olha. Acho que só sóbrio e olhe lá!
    Tiveram várias vezes que eu estava mandando mensagem de voz ou fazendo vídeo chamada e um vinha e batia no celular, ou gritava do lado. E sempre SEMPRE bêbados. Muito bêbados. Eu nunca vi alguém beber tanto que nem eles. O chão dos palcos era só copo de cerveja. E como não tinham saco de lixo próximos, acho que o costume é jogar no chão mesmo. Ou jogar para cima, que parece bem comum. Ao invés de beber tudo, eles deixam um pouco de cerveja no copo e jogam pra cima, pra frente. Vira e mexe eu via copo voando lá pra frente da galera. Quando eu não tomava copada nas costas 🤷‍♂️
    Achei o povo sem educação mesmo. Vinham e empurravam quando queriam. Teve um que chegou do meu lado por trás e começou a gritar no meu ouvido. Eu fiquei olhando pra ele, sem reação alguma (talvez transpareci raiva) e ele começou a falar qualquer porcaria em holandês. Teve um no último dia que ouvi gritando pelo acampamento. De repente o grito parou e ouvi um barulho de alguma coisa caindo em uma barraca. Depois de um tempo ouvi os gritos de novo. Imagina se o cara cai em cima da minha barraca, comigo dentro? Tá maluco!
    Fila para eles é nada! Nada! Cansei de estar em fila para comprar comida, ir no banheiro, entrar no evento... qualquer coisa, em algum momento alguém vai e passar na frente. Eles chegam, param no lugar que querem e já era. Teve uma mulher que eu puxei e falei que estava ali. Ela disse que estava também, virou pra frente e continuou. Eu disse que a fila começava lá atrás, ela fez uma careta, uns sons estranho e virou pro marido e começou a falar em holandês. Se teve uma viagem que eu peguei raiva de uma língua, foi essa com holandês!

    Fechando:
    No geral eu curti muito o festival. Foi meu primeiro, já aprendi algumas coisas para os próximos (como não levar a câmera) e algumas coisas eu consegui fazer certo logo de primeira. Não gostei mesmo foi das pessoas. O próximo festival será de rock alternativo, estou imaginando que o público será diferente. Chega de crowd surfing hahaha.
    Com certeza voltaria. As bandas fizeram valer muito a pena o sofrimento todo. E comparando com os últimos festivais que fui no Brasil (Lolapalooza e Maximus), acho que o Brasil não fica atrás não. Uma coisa ou outra que dá pra melhorar, mas seria mais a ver com a cultura mesmo, mas quando comparo com a qualidade que foi o Maximus, espero que ele cresça o bastante para poder ter 2 ou 3 dias também.
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  • Day1

    Last minute rugzak volproppen

    June 30, 2017 in Belgium

    Duw - trek - sleur - prop - vlam ... Gelukkig werpen die urenlange Tetris-trainingen nu eindelijk hun vruchten af en krijgen we net alles in onze twee vertrouwde rugzakken. Het vreemde is, we hadden zo ons best gedaan om minder mee te nemen en dachten ook echt dat dit gelukt was, maar nu dat alles er in zit, lijkt het toch ijdele hoop. Er is net niet genoeg plaats om onze pluizige vriend Klodder mee te nemen, tot grote spijt van Eva (en ook wel van mij).

    Ook hadden we ons voorgenomen om sneller te beginnen aan de grote inpakactie, maar toch zitten we hier nu. Last minute. Met overal kledij. En een bomvolle toilettas. En misschien is dit zakje nog wel handig. "Heb je je gsm-lader mee?" ... Het to-do lijstje wordt kleiner en de rugzak voller. Elk jaar hetzelfde verhaal... En elk jaar ergens halverwege onze bestemming beseffen we dat we veel te veel bij hebben en toch iets cruciaal zijn vergeten. Misschien volgend jaar toch maar iets sneller aan alles beginnen?

    Tot binnen een maand iedereen! Als we tijdens de reis iets kwijtspelen (ook een vaste traditie) en er meer plaats in de rugzakken is, zullen we een aandenken meenemen. Als we daar wel aan denken.
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