Colombia

Bogotá

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74 travelers at this place:

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  • Day5

    Spent the morning hunting high and low for mesarepa to make Colombian Arepa with. Finally found some at Moore Wilson. It was the last bag and it had a hole in it but I took it anyway.
    Aunt Dina came for lunch and enjoyed the meaty dish.

    https://www.mycolombianrecipes.com/arepa-con-carne-a-la-criolla-arepa-with-beef-a-la-criolla

  • Day15

    Got up and watched the World Cup draw. Much less interesting when everyone you support has been knocked out.

    Walked to Bogota's Museo del Oro today (literally the Museum of Gold). Houses ancient indigenous gold artifacts. Surprised there was enough to form an exhibition seeing as the conquistadors ran off with most of it.

    Then visited the pompously-named 'Palace of Justice' - Colombia's supreme court. The court was stormed by FARC rebels in 1985, very bloody. Colombia was actually at war with FARC (its own people!) until a few months ago. Lots of soldiers about the court complex but we were allowed in and wandered around.

    Finally stopped by to admire some church, can't remember the name. Marble arches and lavish decorations (not sure what Jesus would say). Rather than worshipers donating and then lighting candles, they have this board with LED light bulb candles. Drop a coin in and another lights up (pic attached). Had to give it a go - that's my 'candle' top right.

    Pics: (1) Old indigenous gold death mask (top) along with a traditional indigenous gold party hat (bottom); (2) The church candles; (3) Watching the football with Louis.
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  • Day4

    Those of you following the "other" blog will know the boys are in Bogota Colombia now. I was about to throw the left over Ecuadorian food in the bin and start on my Colombian recipes when I realised Dimitra had not tried the ceviche with banana chips. I bought proper green bananas from PacNSave and made far better chips.

    Photos from the combined Ecuadorian / Colombian meal below.

    https://www.mycolombianrecipes.com/steak-with-chimichurri-sauce-carne-con-chimichurri
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  • Day19

    The title says it all.
    After arriving here we just wanted to relax.
    Well, except for our surreal adventure to the laguna encantada.

    Swimming, lying on the beach, getting burned by the sun and having a bike tour... That sums up our time on la isla grande, more or less.

    Oh, btw. We went offline for the time being here.

    +++
    Hmm. The island didn't let us get away from here. Suddenly the last day became stormy and no boats were in sight to get us off la isla grande. So we relaxed and did more of our nothing here 😅Read more

  • Day28

    Today we were finally rewarded with a great day in Bogotá without rain. A festival took place in town today: the streets were filled with people and there was food, music and street artists everywhere.

    We started the day with a walking tour, learning about Columbia’s past and - while we were at it - tried different foods, including big-bottomed ants 🐜🐜🐜 (You didn’t miss anything if you’ve never tried it.)

    In the afternoon we went into the famous Gold Museum. It was interesting, but not our favorite in town. Lots of gold pieces created by the indigenous people of Columbia many centuries ago. It’s interesting to see what skill they already had auch a long time ago.

    We finished the day with a great dinner (Tamales) in a traditional restaurant in town.
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  • Day1

    Uma viagem nunca se faz sem sobressaltos, depois de quase 30 horas a viajar de regresso do Camboja com as pernas cheias de picadas que trago desde Koh Rong, possivelmente de uma aranha, em que meia volta só me apetece arrancar as calças de coçar e até fazer sangue ou aliviar, chegámos a Lisboa e faltavam duas malas, a minha e a da Filipa. Tinha tudo nessa mala para seguir viagem para Bogotá. Aliás tinha menos de 24 horas em Lisboa em que a única preocupação seria lavar a roupa suja secar com máquina de secar e colocar novamente na mochila, tudo o resto já lá estava.
    Nem sequer conseguiram localizar as malas para dizer onde estavam e quando as receberiamos. Que raiva, em vez de descansar tenho que comprar o mínimo indispensável para continuar a viagem claro que muita coisa ficará em falta. Comprei uma mochila, alguma roupa interior, frascos para colocar os produtos de higiene. Fica a falta bikini, secador, protector, repelente, pente, material de snorkeling entre outros mas principalmente uma garrafa de água Grayl para destruir os micróbios da água, necessária para a cidade Perdida que me deu tanto trabalho a obter e principalmente que custa uma fortuna.
    Na escala de 5 horas em Madrid, deu para ver o filme da Angelina Jolie (First they killed my father) que relata através dos olhos de uma miúda de 7 anos, a subida ao poder do Khmer Vermelho, o assassinato de um quarto da população e a devastação das zonas urbanas.
    A chegada ao aeroporto de Bogotá foi animada com música e gritos de amigos e apoiantes da selecção feminina de futsal que viajava conosco.
    Ainda demoramos 25min para chegar ao nosso hotel que fica no centro histórico, La Candelaria.
    Parece uma cidade bastante limpa, mas quase fantasma, as 21h de domingo já não havia ninguém na rua, não sei se por ser tarde ou perigoso. A verdade é que no hostel disseram logo que ia ser difícil arranjar alguma coisa para jantar.
    Toro Joro aqui no bairro, foi o nosso destino, até consegui um burrito vegetariano. O menu era apresentado num ecrã com um toro de brinco no nariz a dançar, para contrastar a máquina registadora é só uma máquina de calcular e nem vendida cerveja, só havia refrigerantes de máquina.
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  • Day2

    Com tantas trocas de horários, às 7h da manhã estávamos às voltas na cama. Tomámos um pequeno almoço completo com ovos e fruta por 2 euros no Hibiscus, nem inglês falavam e tivemos que ajudar na comunicação com uns vegans da mesa ao lado.

    Às 10h estávamos na praça de Los Periodistas, para uma Free Grafitti Tour. Este bairro histórico que foi a origem de Bogotá sem nenhuma casa ou edifício que chama particularmente atenção a nível de arquitectura, tem o seu encanto nos milhares de graffitis espalhados em muitas das casas e lojas. 

    Na verdade, em Bogotá os graffitis são proibidos mas não ilegais como noutros países, o que implica que se fores apanhado a pintar até podes ter que pagar uma multa de 70 euros mas não ficas com cadastros.
    Em Agosto de 2011, um miúdo foi baleado por fugir à polícia ao ser apanhado em flagrante. Claro que a polícia alegou que foi em autodefesa. Esse escandalo que ainda hoje não está resolvido, o polícia responsável anda alegadamente desaparecido, fez com que os artistas se unissem ainda mais para pintar as paredes, fizeram sessões de 24h em homenagem ao miúdo. E agosto tornou-se o mês de homenagem a esse miúdo em que muita das paredes são renovadas.

    O atual presidente da câmara entende que os graffitis sujam a cidade, pelo que ordenou que os edifícios com graffitis fossem pintados, já alguns foram removidos mas os protestos e confrontos com os artistas já fez parar os trabalhos, só não sabem por quanto tempo. 

    Apesar disso,  os artistas também participam em projetos como "Pimp my carrossa", descaracterizado as carroças do lixo. Em Bogotá, a recolha de lixo é feita por carroças de madeira, já que não existem caixotes do lixo, nem camiões do lixo para toda a cidade. 

    Os graffitis exprimem normalmente problemas sociais, políticos, são críticas à sociedade. Um dos temas falamos/pintados que mais me impressionou foi o desdém geral pelos sem abrigos, ao ponto da polícia colombiana já ter morto sem abrigos alegando que estava a eliminar as guerrilhas, conseguindo assim mais financiamento e confiança do povo estabilização da paz no país.

    Já é uma tradição tão grande em Bogotá que existem famílias de artistas como Rodez (pai), Noma e Malegria (filhos). Sempre foi um ramo muito mais difícil para as mulheres, ainda assim algumas arriscam como o é caso de Bastardilla considerada a melhor artista colombiana deste género. Gostei também muito de Guache e Toxicomano.

    Almoçamos no Sant Just, aconselhado pelo guia, cuja fachada do restaurante também foi pintada, como forma de chamada de atenção. 

    Seguimos para Monssarate, o pico mais alto a 3150m com vista sobre o planalto de Bogotá e acabamos por ficar por lá para ver o pôr do sol e a cidade de noite.
    À noite a temperatura baixa imenso, tivemos que ir buscar os casacos de inverno para ir jantar a Cevicheria 85, quase do outro lado da cidade num bairro chique com vinhos a 40 euros, ou seja mais vale ficar na cerveja. 
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  • Day9

    Nach dem leckerem Frühstück im Hostel ging es zur obligatorischen Free Walking Tour. Ich muss sagen, dass diese mir so langsam nicht mehr gefallen. Der Guide war sehr nett und sprach super Englisch, aber irgendwie ist es schon sehr aufgesetzt. Und Medellín hat zwar schon ein paar interessante Plätze und Geschichten, aber so richtig spannend war es jetzt auch nicht. Nach der Tour kauften wir noch Tickets fürs Fußballspiel am Abend und schlenderten noch über einen Markt, der nur einmal im Monat statt findet.Read more

  • Day9

    In der Metro trafen wir ein Pärchen aus Dänemark wieder, das wir aus Salento kannten. Zusammen machten wir uns auf zum Stadion. Besonders schön, modern und voll war es nicht. Auch die fußballerische Qualität war nicht besonders hoch, es schien eine Art Pokalspiel zu sein. Dafür war die Musik und die Party der krassen Fans um so besser. Selbst der Regen hielt uns nicht davon ab bis zum Schluss (Medellín gewann 3:1) zu bleiben.

    Anschließend waren wir noch mal im Ausgehviertel unterwegs und entdeckten ein wunderschönes Barviertel, das in jeder europäischen Hauptstadt sein könnte.
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You might also know this place by the following names:

Bogotá, Bogota, ቦጎታ, بوغوتا, بوجوتا, Wukuta, Boqota, بوگوتا, Богота, Горад Багата, বোগোতা, པོ་གོ་ཏ, Bogotà, بۆگۆتا, Μπογκοτά, Bogoto, בוגוטה, बोगोटा, Բոգոտա, BOG, Bógóta, ボゴタ, ბოგოტა, ទីក្រុងបូកូតា, ಬೊಗೋಟ, 보고타, ബൊഗോട്ട, बोगोता, ဘိုဂိုတာမြို့, ବୋଗୋଟା, ਬੋਗੋਤਾ, بگوٹا, Боґота, Buoguota, பொகோட்டா, โบโกตา, Bogot, באגאטא, 波哥大

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