Peru
Saksaywaman

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28 travelers at this place:

  • Day49

    In der ehemaligen Hauptstadt und heutigen Touristenhochburg gibt es viel zu entdeckten.
    Für Isi ist es zum Beispiel völlig neu nicht erklären zu müssen, was sie mit vegetarisch meint. Der Zusatz „Nein auch ohne Pollo (Huhn)“ kann hier also entfallen.

    Cusco liegt auf 3.416 Meter und hat an die 350.000 (2007) Einwohner (wachsend). Einen Eindruck vom antiken Cusco erhält man recht eindrucksvoll auf einem der umgebenden Hügel. Dort findet man nach einem halbstündigen Aufstieg (3km vom Zentrum) die Überreste der Inka-Festung Sacsayhuamán (ausgesprochen „Sexy woman“ 😅) und damit eine der bedeutendsten Sehenswürdigkeiten aus der Inkazeit.
    Am faszinierendsten sind die bis zu 9x5x4m großen und bis 200 Tonnen Felsbrocken die Teil der Festungsmauern sind - deren Transport bis heute Rätzel aufgibt.

    Super sind aber auch die bis 15-20m langen, in den Fels geschliffenen Steinrutschen.

    Nach dem Abstieg kaufte sich Isi einen Alpakapulli, den hier gefühlt jeder zweite Tourist an hat - er ist aber auch schön!
    Geschäfte für Strickwaren und andere peruanische Souvenirs gibt es hier in Cusco unzählige, dazwischen reihen sich Hostels und Nobelhotels sowie verschiedenste Tourenanbieter aneinander. Trotz des hohen Tourismus hat die Stadt ihren Charme, weil alle Geschäfte, Hostels, Restaurants und Cafés klein und individuell sind - da kann man schon einige Zeit verweilen :)
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  • Day15

    Saqsaywaman

    September 29 in Peru

    Der nächste Vormittag steht für uns im Zeichen von Cusco. Cusco war seinerzeit die alte Hauptstadt der Inka, Cusco heißt übersetzt soviel wie Nabel (der Welt). Erste Station des Tages ist die ehemalige Inka-Festung Saqsaywaman, die oberhalb von Cusco liegt. Als Erbauer der Stätte gelten die Inka Pachacútec Yupanqui und Túpac Yupanqui. Markenzeichen der Festung Saqsaywaman sind die drei terrassenförmig übereinandergebauten Zickzackmauern. Sie sind insgesamt 600 m lang. Die untere Mauer ist 9 m, die mittlere 10 m und die obere 5 m hoch. Zum Bau der Mauer wurden riesige Steine von den 20 km entfernten Steinbrüchen heran transportiert und dann solange bearbeitet, bis sie fugenlos aneinander passten. Der größte Stein ist 9 m hoch, 5 m breit, 4 m dick und wiegt über 200 Tonnen.
    In der 70jährigen Bauzeit sollen 20000 Menschen daran gearbeitet haben.
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  • Day62

    Experiencing Cusco

    December 9, 2017 in Peru

    We had a great day today exploring Cusco. Once more we were stunned by the beauty of this city. Its location, embraced by mountains on all sides, mean a lot of walking up and down but also means that beautiful views frequently pop up out of nowhere :-)

    Apart from just wandering about town, we visited the cathedral, which we really enjoyed! (The audio-/videoguide was great and we spent about an hour looking at the building complexes that make up the cathedral.)
    We also hiked up to Sacsayhuamán - Inkan temple ruins located on a hilltop about 150m above the city. It offered us a first taste of the vastness of the Inkan heritage in Peru and - as a bonus - offered us nice views over Cusco during sunset.

    Finally, we went for dinner in a great restaurant (Organika), but stayed clear of local specialities such as Alpaca steak and roasted guinea pig (at least for now ;-))

    Off to Ollantaytambo in the Sacred Valley tomorrow :-)
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  • Day24

    O carro foi fácil de tratar, mas os primeiros metros seriam embaraçosos se estivéssemos na Europa. Não soubemos desligar o alarme que se armou quando fomos pegar as malas ao hostel. Tivemos que regressar à agência para saber o que fazer. Entretanto fomos circulando ao som de uma sirene igual à da polícia. Aqui, ninguém quis saber. Todos os condutores apitam por tudo e por nada e o som é de tal forma habitual que, mais sirene, menos sirene, não faz diferença.
    Quando finalmente estamos preparados vamos parando e aprendendo nos vários sítios arqueológicos - Sacsayhuaman, o templo fortaleza; Qenqo, o templo das oferendas, sacrifícios e mumificações; Tambomachay, as termas onde se retemperava o corpo; Puka Pukara, a fortaleza vermelha que vigiava Cusco e as termas para onde iam as classes mais elevadas e protegiam ambos os locais de eventuais ataques. De carro é fácil gerir o tempo, especialmente se se tiver algum conhecimento prévio do que se está a visitar, uma vez que a informação no local é escassa. No entanto, é muito interessante ouvir as histórias que os guias que se encontram à entrada têm para contar. Podem contratar-se à parte do preço do bilhete de entrada e fazer um percurso pausado. Para quem tem muito tempo e muita paciência é uma boa opção porque aqui o tempo corre mais lento e as histórias são contadas detalhada e lentamente.
    Uma paragem estratégica em Pisac para repor energias faz-nos passar obrigatoriamente pelo mercado de artesãos. Lindo! O colorido e os apelos dos vendedores fazem lembrar Marrocos, com as suas cavernas de Ali Babá, mas os cheiros não são os mesmos. Aqui cheira a lã. Algumas mulheres, com os seus trajes coloridos e os seus engraçados chapéus, onde parecem ter naperons pousados, carregam lamas bebés e os seus próprios filhos às costas, num pano colorido habilmente atado para que permaneçam confortáveis. Vão perguntando distraidamente aos turistas se querem tirar fotos. É uma fonte de rendimento, claro. Tudo é muito barato para nós. Uma água custa normalmente 1 sole - 0.20€. O almoço é frugal mas delicioso: empanadas acabadas de sair do forno com uma chicha morada - bebida sem álcool feita a partir de milho vermelho - maravilhosa.
    Resolvemos avançar as ruínas de Pisac para podermos ver ainda Ollantaytambo ao pôr-do-sol. É assim foi. Um fim de tarde ventoso numa cidade onde a parte antiga está muito bem preservada. Apesar de ser muito direcionada para o turismo em volta das ruínas da cidade Inca e de ser um dos pontos de partida de várias categorias de comboios para Machu Picchu, a cidade é dos habitantes locais que prontamente se fazem ao comércio para todos - locais e turistas. Decidimos deixar as ruínas para a manhã seguinte e vamos até à estação de caminhos de ferro para apreciar a chegada de um dos comboios que regressam de Águas Calientes - cidade de apoio ao turismo em Machu Picchu. Os bilhetes vão dos 33$, partindo de Hidroeléctrica até Águas Calientes, até aos 1000$ fazendo a viagem Cusco - Águas Calientes. Não sabíamos da existência do primeiro comboio, mas optámos por usá-lo no dia seguinte, poupando uma caminhada de doze quilómetros e fôlego para a subida de 700m de altitude na montanha Machu Picchu.
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  • Day11

    Sacsayhuaman

    July 18 in Peru

    Sacsayhuaman (udtales som [sexaywoman], hvilket gør navnet lettere at huske blandt de mange quechua navne)! Det ligger lige nord for Cusco i 3700 moh. Stedet blev også brugt af Killke kulturen, der bosatte området før inkaerne. Men det er inkaerne, der har bygget det fort, som man kan se resterne af nu.
    Det er det mest kendte og spektakulære eksempel på den byggestil, der kendetegner inkaerne. Stenene, der er brugt her, er de største i hele det præ-spanske Sydamerika og vejer op mod 150 ton. De bruger aldrig mørtel mellem stenene, i stedet mener man at de har brugt syre til at forme stenene til at passe så præcist sammen. Så mange år senere er det stadig ikke muligt at få et stykke papir ind i mellemrummene mellem stenene. Væggene i alle inkastrukturer læner desuden lidt indad, hvilket sikrer dem mod jordskælv. De kunne seriøst nogle tricks!Read more

  • Day90

    Three entrances

    June 18, 2017 in Peru

    I am very sorry for the ones doing my laundry today because the socks, oh dear. I had breakfast in company of a canadien couple and walked up to some ruins where I had rendez-vous with Nina and Earl. Well, if you do not know that there are three entrances it is quite a challenge to find eachother. We did and spent a good time together, enjoying the sun and the warm weather. Then again, time to say goodbye. I am pretty positive to see them again, I'll just have to plan another trip to visit all the wonderful people I met on this one 😊Read more

  • Day46

    Saqsaywaman

    March 16 in Peru

    Saqsaywaman (or as it is pronounced- sexy woman) was part of the gateway to Cusco during Inca times. It was part of a series of various stations enroute to Cusco, which acted as checkpoints / customs points to regulate the number of people admitted to Cusco at any given time, and also to ensure animals did not enter the city either.

  • Day7

    Sacsayhuaman

    May 22, 2015 in Peru

    On Friday I climbed all the steps in Cusco to get to the Sacsayhuaman Inca ruins above the city and made a couple new friends along the way. Sacsayhuaman was an important military post, as it has panoramic views of the city. The stonework is very impressive: they cut each stone precisely so it would fit with the adjacent stones, and somehow transported these slabs (some 20 ft tall) to the top of the mountain. Also there was a heard of llamas!Read more

  • Day0

    Sacsayhuaman, Cusco

    September 2, 2016 in Peru

    Welcome to Cusco! I flew from LAX to MEX to LIM to CUS and I'm finally here!

    Took things easy on our first day by hiking up Sacsayhuaman, the northern Cusco citadel. I guess we hiked it backwards because when we got to the end, it looked like the entrance with hoards of people departing from buses. The huge stone walls are pretty well protected and still very much in tact. It's crazy that the stones are arranged so close together that you can't even slip a piece of paper through the lines as there are no cracks! The Incan Empire was no joke.

    Our dinner for the night included the famous Peruvian dish Lomo Saltado and fried guinea pig. Is it weird that I actually like the Lomo Saltado from Lonzo's in LA more than in Peru? And guinea pig, it's definitely one of those "for the experience" dishes--nothing to write home about.
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You might also know this place by the following names:

Sacsayhuamán, Sacsayhuaman, Saksaywaman, Saksajŭaman, Saqsayhuaman, サクサイワマン, საქსაუმანი, Саксайуаман, 萨克塞华曼

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