Sri Lanka
Ganguletenna

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6 travelers at this place:

  • Day160

    10.000 stairs and an elephant ride :)

    December 21, 2016 in Sri Lanka

    The day started at 11pm with a 3 hour drive to Sri Pada, the most visited mountain, also called Adams Peak. Many pilgrims come here to visit the temple at the peak and many tourists join to watch sunrise over the Sri Lankan highlands. The "hike" is basically a 3-4 hour staircase with 5000 steps each way. I got to the top at 5 am and enjoyed the sunrise and all the beautiful plays of light from the top.

    Afterwards, they're was more driving and then I got to ride on and bath with Pooja, a 30 year old elephant lady :)
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  • Day11

    Sri Pada

    March 17, 2017 in Sri Lanka

    Na een paar uurtjes slaap, die we flink nodig hadden na de korte nacht van gister en de lange reis van Ella naar Nallathaniya, ging om kwart voor 2 de wekker. Tijd voor DE klim. De klim naar de top van Sri pada, oftewel Adams peak. Goed ingepakt begonnen we in het donker. Eerst langs een flinke Kermis met allemaal kraampjes. Kraampjes met knuffels (ja van die zachte grote knuffelberen..vraag me niet waarvoor!), mutsen en handschoenen en eten. Daarna begon de echte trap, met 6000 onregelmatige treden: soms grote treden, soms treden van niks. De top was verlicht en konden we al vanaf het begin zien. Ons geduld werd flink op de proef gesteld, want na een uur leek hij nog geen meter dichterbij...
    Na 3,5 uur klimmen stonden we eindelijk op de top. De zon begon op te komen en zorgde voor een prachtige rode lucht. Als sardientjes in een blik stonden we opgepropt op het kleine topje, want iedereen wilde het beste plekje met het beste uitzicht voor de zonsopkomst. Dat viel wel even tegen, want onze benen konde wel een bankje gebruiken om even bij te komen van de klim. De prachtige zonsopkomst en het uitzicht maakte het gelukkig helemaal goed. Wauw, adembenemend!!
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  • Day13

    Adam's Peak

    October 12, 2016 in Sri Lanka

    De Kandy liguei para a guest house que tinha reservada para reservar um táxi para nos levar até ao Adam's peak nessa noite. Pelos vistos havia mais um hóspede que queria ir por isso ficou tudo organizado, reservei também o jantar. Depois daquela viagem de comboio, jantamos na Gest house, conhecemos um alemão que viria connosco e um casal de franceses que apenas queria passear pelos lagos. A comida feita pela mulher do dono estava divinal, comemos de mais e fomos dormir logo a seguir.

    Á uma da manha depois de dormir 3h, lá íamos nós a caminho de Adam's peak, tinhamos uma hora de carro pela frente, 1.5 litros de água e nada para comer, o dono do hotel imprestou me um casaco e um frontal, o alemão impestou outro frontal.

    Chegamos ao sopé de Adam's peak onde supostamente iríamos comprar mais água e alguma comida, mas estava tudo fechado, o inglês teria uns frutos secos que poderia partilhar connosco e teríamos que aguentar com a água que tinhamos.

    Só depois de insistir com o motorista que não podíamos subir com a água e a comida que tínhamos, é que ele foi bater a uma porta e conseguiu mais duas águas e uns pães para camanhosa..
    Começamos a subida com o alemão, mas logo nos primeiros 200m achamos que estávamos perdidos porque encontrados umas obras, voltamos para trás tentamos outro caminho, voltamos para trás e encontramos um norueguês que também estava pedido. Perguntou nos qual o caminho ah ah acabamos por ir pelo caminho inicial. Tinhamos mesmo que atravessar as obras por uma descida manhosa.

    O início é fácil, uma inclinação leve poucas escadas, estamos com os dos Gajos com uma ritmo bom, eles até diziam que estávamos muito em forma. Ainda não tínhamos comido, a periodicidade de escadas foi aumentando, os degraus eram enormes para as minhas pernas pequenas e cada degrau tinha o seu tamanho.

    Íamos a um quarto da subida as pernas já ardiam e propus fazer uma pausa para comer e beber água. Sentamo-nos para comer aquela pao horroroso que o motorista tinha arranjado e os frutos secos do alemão. Apagarmos as luzes todas enquanto estávamos a comer, na escuridão da noite as estrelas brilhavam mais do que em qualquer sítio.

    Eu na realidade estava com dor de barriga e pouca fome, como uma paragem de digestão por ter comido muito antes de dormir.

    Voltamos a subir as escadas são cada vez mais acentuadas, as pernas ardem cada vez mais, os corrimões vão permitindo ajudar a subir com a força dos braços, não queremos parar para não custar ainda mais a recomeçar. Também não queria que outros grupos passassem por nós.

    O tempo médio de subida é de 3 horas e tínhamos mais de 3 horas para o nascer do sol.

    Apesar dar dores, o objetivo de chegar ao fim é muito maior.

    Demoramos 1h50 com fazer todo o percurso que tem mais de 5500 degraus.

    Á chegada, comprei uma chávena de chá para cada um.
    Com o suor, todo o corpo estava molhado, apesar do casado, o frio e o vento entravam pela espinha até temeremos.
    Tínhamos mais de uma hora de espera para o nascer do sol.
    A espera não foi fácil tendo em conta o frio, mas passado pouco tempo já estava a partilhar as bolachas de dois alemães que estavam ao meu lado. Á fome nunca morro 😜
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  • Day13

    Adam's Peak

    October 12, 2016 in Sri Lanka

    Meia hora antes do sol nascer a escuridão começa a desaparecer, alguns grupos vão aparecendo. Sentados nas escadas começamos a ver o céu a mudar de cor, as nuvens baixas não nos tapam a beleza do espectáculo de luzes que não consegue ser representado por fotos
    Meia hora de espetáculo em que um frio e o vento são secundária e á hora prevista o primeiro raio de sol começa a espreitar. Em poucos segundos o sol não é apenas representados por ele própria, mas tem a sua volta em aura gigante que se sobrepõe a ele e que torna esta visão única.Read more

  • Day13

    Adam's Peak

    October 12, 2016 in Sri Lanka

    Depois do sol nascer, a descida revela se muito pior que a subida, os joelhos iam sofrer muito mais e a ao altura dos degraus ia ter um peso grande.
    Começamos a descer com um bom ritmo apesar dos joelhos muito frios do tempo que tínhamos ficados parados, a beleza da paisagem é de cortar a respiração, a luz da aurora na vegetação no meio da qual passávamos incomparável.
    A meio da descida as pernas começam a falhar, o teu corpo deixa de mandar nelas... O percurso final com uma inclinação ligeira que tinha sido tão fácil na subida pareceu interminável... Paravamos para tirar fotos só para dar tréguas as pernas. Cada passo que dás é uma vitória, a única coisa que ainda nos deixava motivados era que mais nenhum grupo nos ultrapassava apesar da lentidão e do caminho interminável.
    O norueguês atingido pela fome, disse que preferia correr até la baixo e abandonou nos. Era incapaz de acelerar o passo, nem eu nem a minha irmã e o outro alemão.
    Demoramos quase 2h30 para descer, mas pareceram muito mais.
    A meio da descida propus á minha irmã pagar um táxi para iremos para Arugambay. Na chegada, o nosso motorista até gozava com o nosso andar, estávamos todos coxos. Pedi-lhe então para nos levar para Arugambay, só tínhamos que ir para o hotel comer o pequeno almoço arrumar as malas e seguir caminho que segundo ele iria demorar 7h mas poderíamos dormir.
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Ganguletenna

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