Antes de sairmos para o aeroporto, passamos rapidamente numa mercearia para comprar umas baguetes. Chegando ao aeroporto, lá nos pusemos a comê-las. Passar a segurança foi tranquilo e tudo se processou rapidamente. O pior veio depois. O nosso voo atrasou, e a porta de embarque estava constantemente a alterar. I swear, ela trocou prai 12 vezes, e as pessoas estavam a começar a ficar impacientes. Para piorar tudo o staff não falava inglês e estavam-nos só a ignorar. Ao fim de uma hora de atraso e muita corrida entre as diferentes portas, lá fomos encaminhados para o avião. Tivemos de apanhar um daqueles autocarros até chegar à pista. O autocarro ia a abarrotar, e nós estávamos de pé, carregados com as nossas coisas. Nisto começou a chover torrencialmente. Em vez de nos deixarem sair para o avião, houve algum problema que nos reteve mais cerca de meia hora dentro daquele autocarro mais packed que uma lata de atum. Finalmente abriram as portas, e corremos para o avião. Com a fila da confusão das pessoas a subir as escadas, acabamos por ficar cá fora a apanhar uma molha durante um bom bocado. Finalmente entramos e fomos para os nossos liares. O voo correu bem, mas at some point já a chegar ao Porto parece que o meu ouvido estourou e comecei a sentir imensas dores. O André deu-me os fones dele e uma chicla para mascar o que aliviou a dor, mas esta persistiu até ao dia seguinte. Nunca me tinha acontecido nada parecido. Chegando a Portugal, o meu pai já estava no aeroporto à nossa espera e levou primeiro o André a casa e depois, finalmente, cheguei à Póvoa. Foi uma viagem super interessante, principalmente porque me ajudou a ver Paris com outros olhos. Sinto que demos skip a algumas atrações bem famosas da cidade, mas personalizamos a viagem aos nossos gostos. Ainda assim, muito ficou por ver. Espero voltar em breve, see u next time Paris.Read more