• Diana Gomes
  • Diana Gomes

Paris 2025

City of love with my hubbie Read more
  • Trip start
    September 18, 2025

    Bonjour paris

    September 18, 2025 in France ⋅ ☀️ 16 °C

    primeiro dia de viagem, acordamos cedo e o meu pai levou-nos ao aeroporto. Felizmente estavamos mais descansados porque o voo ia existir. Havia uma greve geral marcada para essa data que ia fechar quase tudo na França, e provavelmente o nosso voo ia ser cancelado. Mas felizmente para nós houve uma nova crise política quando o Le Cornou se decidiu despedir e a greve foi adiada. Como voamos com a Transavia ficamos sentados um ao lado do outro sem ter de pagar por isso!! Ryanair could never. O voo correu bem, chegamos a Paris pelas 11 e apanhamos um metro para o Hotel. Apesar da greve geral ter sido adiada ainda estava a haver greve nos transportes em Paris, mas felizmente para nós, a linha que ligava o aeroporto ao nosso hotel era automática e por isso o metro funcionou na perfeição para nós. O B&B era ok, o quarto bem pequininito mas limpo, e o preço não nos deixou na miséria, como seria o caso da maioria dos hoteis que vimos online. Comemos os pães com panado que eu tinha preparado no dia anterior e saimos. Primeiro paramos num cafe para pedir uma fucking agua que custou 7 euros!!! Escusado será dizer que depois disto so compramos agua em supermercados.Read more

  • first things first

    September 18, 2025 in France ⋅ ☀️ 24 °C

    Depois do desastre dos 7 euros gastos numa garrafa de água no café, decidimos apanhar o metro para o centro. Saímos numa paragem random e começamos a caminhar. Do nada passam por nós 4 polícias armados até aos dentes, e fiquei particularmente chocada. A última vez que me lembro de ver polícia super armada foi no aeroporto de Munique durante o meu Interrail em 2022. É extremamente distópico e assustador. Passamos pela montra de uma Dior e estávamos a ver, até que a senhora da loja nos convidou para entrar. Sentimo-nos fancy porque a mulher achou que nós tínhamos dinheiro para comprar alguma coisa lá lmao. Recusamos simpaticamente o convite e caminhamos até à Place de la Concorde. Daí vimos a torre pela primeira vez (no caso a primeira vez do André, e eu a primeira vez desde que tinha estado em Paris em janeiro de 2020 ainda antes da pandemia do covid). Não tínhamos nada muito planeado então daí caminhamos para o Jardin des Tuilleries, onde nos sentamos um bocadinho a descansar e a ler. Depois passamos para a zona que fica já atrás do Louvre, onde está o arco do triunfo do carrossel. Essa tornou-se uma das zonas de que mais gostei em Paris. Passamos pelo museu de l'orangerie, que infelizmente não tivemos tempo de visitar. Fica para a próxima vez que cá estivermos. Depois seguimos por uma avenida cheia de lojas que não existem em Portugal e decidimos ir entrar em algumas. Foi fun.Read more

  • a tentar emular before the sunset vibes

    September 18, 2025 in France ⋅ ☀️ 25 °C

    Depois de uma quick stop na uniqlo e na urban outfiters, continuamos o nosso passeio. Passamos pelo Hotel de Ville, que inicialmente achamos ser um hotel, lol. Turns out é a câmara municipal de Paris. Mas o edifício era bastante bonitinho. Depois passamos num supermercado para comprar algo para lanchar e fomos comer num mini jardinzinho perto do rio, que tinha uma torre gigante chamada Torre saint-jacques. Partimo-nos a rir porque nos lembramos do Jacques. Estivemos algum tempo no jardim a conversar, e depois decidimos atravessar a ponte e entrar na pequena ilha onde está Notre-Dame. Esta é realmente belíssima. Tão belíssima que tiramos selfies à pai à frente dela. Numa destas ruas depois da ponte passamos por um mural da Celeste Caeiro com um cravo na mão, e fiquei surpreendida de ver uma heroina portuguesa grafitada numa parede em Paris. Caminhamos ao longo do rio, sempre a parar para observar os cantos bonitos da cidade. Tanto eu como o André queríamos visitar a Shakespeare and Company. Eu por causa do Before the Sunset e o André por causa de Midnight in Paris (coisa que eu acusei de controvérsia porque o Woody Allen é efetivamente um porco). Estivemos só vibing naquela zona por um tempinho, a aproveitar o tempo que tínhamos juntos. O jantar foi num Bouillon ali perto, uma espécie de restaurante típico parisiense, mas barato. O restaurante estava lotadíssimo, mas o funcionário lá nos conseguiu expremer num canto da esplanada, rodeados de imensa gente, e a ouvir a conversa de toda a gente sentada ao nosso lado. A comida estava deliciosa, foi barata e a água não custou 7 euros (isto foi sempre um ponto positivo em todos os restaurantes após ter sido gamada naquele café). Acabamos o dia com uma ida ao supermercado, já perto do nosso hotel, para comprar água e umas bolachas para ratarmos durante a noite. Primeiro dia em Paris concluído com sucesso, e para mim, que por causa da minha má experiência na cidade em 2020 achava que Paris não era all that, comecei a entender o hype à volta da cidade. Já no hotel, o André começou a ler o The Movable Feast do Hemingway e a primeira frase era: "If you are lucky enough to have lived in Paris as a young man, then wherever you go for the rest of your life, it stays with you, for Paris is a moveable feast." Achei bonito.

    Restaurante: Le Petit Bouillon Paramond
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  • thrifting heaven

    September 19, 2025 in France ⋅ ☀️ 25 °C

    O dia começou bem. Fomos comer um croissant e um jus d'orange e estava um calor abrasador. Decidimos fazer algo menos tradicional e fomos até Saint Ouen para ir ao mercado de pulgas. Passamos pela igreja de Notre-Dame du Rosaire e seguimos por parques até chegarmos lá. Vimos imensas amas com crianças a brincar nos parques, passamos por livrarias cutsies e depois chegamos à zona da feira. Havia várias ruas com banquinhas com vários objetos e velharias à venda. Visitamos também algumas lojas em segunda mão. Havia também uma zona cheia de estúdios de mobília, com os vendedores sentados à porta a expor os seus produtos; achei muito bonito. Depois continuamos a descer umas ruas, até chegar a uma zona um bocado suspeita. Imensas pessoas, algumas delas pareciam sem abrigo, a vender imensas coisas. Desde pacotes de batatas fritas até meias sujas e telemóveis. Não havia bancas, eram só pessoas e tudo espalhado pelo chão. A maioria eram homens e comecei-me a sentir um bocado self aware porque estava com um vestido muito curto e sem costas e senti que estava a ser observada por todos os lados. O André entendeu e rapidamente atravessamos aquele mar de gente para chegar ao fim da rua, onde havia uma Action (à qual eu queria ir porque precisava de comprar uma afia para afiar o meu lápis de lábios da Kiko). Já quase fora da confusão, eu levava a minha máquina fotográfica na mão e um homem começou a apontar para ela e a gritar em francês. Não entendi nada, fiquei confusa e corremos dali para a Action. Infelizmente não havia afias. Apesar de tudo, este momento fucked me up a bit, e fiquei a pensar como é que na cidade mais glamorosa do mundo, o contraste social entre as pessoas ainda é avassalador. De tarde tínhamos planeado ir a Versailles, então precisávamos de comprar o almoço. Fomos a uma lojinha comprar umas baguettes, hamon e fromage e comemos num banco de jardim, numa rua calminha. Antes de irmos apanhar o comboio para Versailles, fizemos uma quick stop no arco do Triunfo para ver um dos locais mais icônicos de Paris. Um dos mais icônicos, mas dos mais shadys também. Havia imensos scammers a fazer aquelas cenas da bola debaixo dos copos, e bue gente a dar imenso dinheiro (crazy). O arco é bonito, mas ficamos lá 5 minutos e bazamos. Andamos um bocado nas Champs-Élysées, mas desistimos. Não era a nossa vibe, e tava packed com imensos grupos de turistas. Fomos então até ao comboio para irmos para Versailles. To be continued...Read more

  • oh la la fomos a versailles

    September 19, 2025 in France ⋅ ☀️ 30 °C

    Chegamos a Versailles ao início da tarde. Estava uma tosta demoníaca e lá fomos caminhando até ao palácio. Chegando lá, havia duas filas gigantes. Tínhamos comprado os bilhetes online, então demoramos até entender qual a nossa fila. Fizemos um bocado de tempo até ao nosso horário e quando estava a chegar a hora, metemo-nos na nossa fila, a torrar ao sol com no mínimo 120 pessoas à nossa frente. Felizmente andou rápido e uns minutos já tínhamos entrado. Começamos a nossa visita. A primeira coisa que me saltou à vista foram os detalhes dourados nos telhados, coisa linda. Entramos e foi sala atrás de sala cheia de quadros, ornamentos, decorações e tudo mais. Tudo cheio de ouro, tudo trabalhado, arte em todo o lado. Lindíssimo. Fomos acompanhando a viagem com um audioguia. A Galerie des Batailles é crazy de linda. A sala dos espelhos também, assim como a capela real, que é feita em mármore branco cheio de pinturas. Eram tantas salas, todas extremamente cheias de turistas, que tiraram um bocado a mística do lugar, mas é lindíssimo sim. Um dos quartos chamava-se salon di Diane e senti-me feliz com isso. Depois das imensas salas, fomos finalmente para a zona dos jardins. Aproveitamos para descansar um bocado e beber água porque estava imenso calor. Na entrada dos jardins, a senhora que nos checou o bilhete era portuguesa. Se achamos que o palácio era gigante, não tínhamos noção dos jardins. Quilômetros e quilômetros, os meus pés ficaram em coma. Os jardins eram também muito bonitos, cheios de cantos e recantos com coisas diferentes. Estava a dar música quando nos perdemos naquele labirinto de mato, e eu estava a ficar claustrofóbica já, mas foi giro. Fez-me lembrar o jardim da casa em Saltburn. Vimos um lago grandinho onde haviam peixes gigantes. Deitamo-nos mais um pouco a descansar, a ler e a comer. Já estávamos exaustos, com todo aquele calor, mas decidimos ainda visitar outra zona que eu tinha visto no Instagram: o Hameau de la Reine, uma zona construída pela Maria Antonieta para criar os seus filhos. O único problema é que isso ficava a quase 1,5 km de onde estávamos, já estávamos isauridos e estava um calor de morte. Mas lá começamos a nossa caminhada. Pelo caminho passamos por outros sítios que não tencionávamos visitar, mas que nos surpreenderam: o Grand Trianon, o Petit Trianon e outras cenas como o Temple de l'Amour. Tudo era muito cénico e bonito. Finalmente lá chegamos ao Hameau de la Reine e não nos desiludiu at all. Com um lago e umas casinhas tão bonitas, parecia que estávamos dentro de um conto de fadas. Ficamos lá um pouco e começamos a tentar entender como íamos voltar para o comboio. Estava imenso calor, não havia transporte público até lá e os ubers eram mais caros que um rim no mercado negro. Fomos a caminhar (eu mais a arrastar-me do que a caminhar) até à estação, com imensas paragens pelo caminho porque eu já nao aguentava dos pés e o André estava a caminhar a um ritmo que eu já não conseguia acompanhar. Quando chegamos ao comboio, estava bem cansada, então fui ao bk comprar uma coca-cola para me acordar. Voltamos a Paris e ainda fomos ver o Hotel des Invalides, um sítio que foi construído para abrigar os aleijados do exército, mas que por some fucking reason se tornou num cemitério e o Napoleão está lá enterrado. Estávamos indecisos sobre onde jantar, mas acabamos por ir para a zona do hotel e comer um Kebab num restaurante perto. O kebab estava 10/10 e foi baratinho. Fomos para o hotel e obriguei o André a fazer-me uma massagem nos pés. Escusado será dizer que tomei um banho e aterrei logo, porque o dia tinha sido intenso.

    Restaurante: GRILL MG ISTANBUL
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  • manha chuvosa, outfit arruinado com a capa d chuva

    September 20, 2025 in France ⋅ 🌧 19 °C

    Acordamos um bocadito mais tarde do que no dia anterior. Como no dia antes tinha sido muito intenso em Versalhes, decidimos ter um dia mais chill. Como estava a chover, adiamos um bocado sair da cama. Escolhi o meu outfit, o meu top era lindíssimo, mas ficou arruinado porque por causa do tempo estava a usar aquela capa horrível da chuva. É difícil ser bonita em Paris com mau tempo. Para melhorar o mood, fomos tomar um pequeno-almoço parisiense numa pastelaria fixe. O croissant estava bom, mas o André não gostou muito do café. Estávamos a chillar na esplanada, a ver a chuva cair (e a esperar que ela espalhasse), e a sentirmo-nos um Anthony Bourdain, quando decidimos ir visitar a Saint Chapelle. Quando chegamos lá, estava uma fila gigante e começou a chover novamente. Decidimos ignorar e ir outra vez à Shakespeare and Company. Lá comprei o livro da Hannah Arendt, Eichmann in Jerusalem, que eles me carimbaram com a marca da loja e do km 0 em Paris. O André andou à procura do Palestine do Joe Sacco, mas sem sucesso. Como durante a tarde tínhamos bilhete para o Louvre, decidimos ir para essa zona. Visitamos a loja da Vivienne Westwood e almoçamos. Comemos numa taqueria mexicana, uma quesadilha e uns tacos para dividirmos. A comida apesar de não ter sido barata, estava deliciosa, a carne literalmente derretia na boca. Descobrimos também a nossa nova bebida favorita: Jarritos sabor limón. Seguimos para o Louvre para a nossa visita. Antes de entrar, provamos ainda dois macarrons na Ladurée. O meu de pistacho e o do André era de Maria Antonieta? Achamos que era feito com algum chá, com uma planta meia azulada. Either way, caros, mas muito bons!!!

    Restaurantes: Maison Courcelle - Boulangerie Pâtisserie Traiteur
    El Vecino Taquería Saint-Honoré
    Ladurée
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  • We made it to the Louvre

    September 20, 2025 in France ⋅ 🌧 21 °C

    Entramos então no museu. Não há muitas palavras que o consigam descrever. É lindíssimo, lindíssimo, lindíssimo. Fiquei extremamente feliz por ver algumas das obras que sempre vi em manuais de história, na internet e na televisão. A Mona Lisa estava a abarrotar de pessoas, e apesar de tudo, não acho que seja a coisa mais interessante no museu. A liberdade a guiar o povo foi sem dúvida a minha pintura favorita. Mas sem dúvida aquilo de que mais gostei foi de facto as estátuas. A winged victory nas escadas é majestosa. A Vênus é uma das minhas favs à muito, e ver a estátua da Diana fez me muito feliz. Fiquei abesbílica com certos quadros que ocupavam metros e metros de parede. Entretanto começou a soar um aviso de que o museu ia fechar em meia hora e precisávamos de sair. Fiquei fula, porque ainda só tínhamos visto um pedacinho do museu. Queria ver o quadro do Napoleão e não consegui, sad. Saímos e estava melhor o tempo. Estivemos outra vez no Jardin des Tuilleries e liguei à minha madrinha porque era o aniversário dela. Depois chorei no jardim (prémio de maior morcona maria chorona é meu), porque entendi que não ia conseguir ver a Aleksandra (amiga de Berlim), porque ela só chegava a Paris na noite em que íamos embora. Para afogar as mágoas, decidimos ir jantar uma comidinha típica francesa. Comi confit du Cannard no Bistrot Victoires e estava fenomenal. O bife do André vinha com tipo tomilho a arder em cima, kinda crazy, mas muito bom. A noite acabou em BEM e voltamos para o hotel.

    Restaurante: Bistrot Victoires
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  • mes amis, les communistes

    September 21, 2025 in France ⋅ ☁️ 16 °C

    Neste dia, apesar de não estar ensolarado, já não estava a chover. Decidimos ir a Montmartre. Mal chegamos, entendi que as ruas eram todas bem queridas e charmosas, mas estavam packed de turistas. Além disso, estava a haver uma maratona que também cortava algumas estradas. Decidimos ir à Praça dos Pintores: arrependimento total. É bonito sim, mas a quantidade de turistas uns em cima dos artistas a tirar fotos, a empurrarem-se... odiei. Tentamos escapar daquele mar de gente e de empurrões e fomos à carrete tomar o pequeno-almoço. Eles são famosos pelo chocolate quente, mas estava cheia de calor de estar a ser esmagada pela multidão e pedi só um pain au chocolat. Saímos da loja e decidimos escapar da multidão e tentar ir comer para a frente da Sacré-Cœur. Ideia louca. Apesar de conseguirmos lugar na escadaria e com uma vista gira até, haviam dois grandes problemas: a fila gigante que dava múltiplas voltas em frente à basílica (que nós planeávamos visitar, mas quando vimos o tamanho da fila desistimos logo), e a maratona que terminava em frente à basílica e atraía ainda mais pessoas. Acabamos de tomar lá o pequeno-almoço e saímos, e fomos andando por umas ruas muito bonitas, e muito menos crowded. Tivemos a sorte de visitar Paris nos European Heritage Days, e por isso o Espace Niemeyer estava aberto a visita. Como fã do Niemeyer, fiquei muito feliz por poder ver um trabalho dele pela primeira vez. Fiquei ainda mais feliz por esse trabalho ser a sede do partido comunista francês. A sala da cúpula é irreal. Majestosa, perfeita. Todo o edifício é bem pensado, as linhas da mobília, tudo é coerente. Havia uma sala onde estava a passar um vídeo do Niemeyer a falar sobre colonização. Visitamos também uma sala de conferências e tenho de admitir que quero aquelas cadeiras. Visitamos também um rooftop, com uma vista incrível sobre a cidade (melhor que a vista da Sacré-Cœur, atrevo-me a dizer). Todo o espaço era perfeito, o staff também e acabamos a comprar lá uns souvenirs.Read more

  • Encontramos o Remy (sim, o rato!)

    September 21, 2025 in France ⋅ ☁️ 17 °C

    Depois da visita à sede do PCF, decidimos ir para uma zona mais próxima da nossa atração da tarde: o museu d'Orsay. Comemos numa banca italiana em frente ao rio: uma pizza maravilhosa. Passeamos um bocadito e lá fomos em direção ao museu. Passamos lá a tarde toda. Apesar de grande, não se compara ao tamanho irreal do Louvre. Foi mais um lugar belíssimo. Adorei a parte do Van Gogh, em especial o autorretrato. Confesso que me emocionei quando vi a porta do Inferno do Rodin, com a escultura do pensador em cima. Passamos a tarde toda wandering through all that art. À saída do museu decidimos ir pela primeira vez take a good look at the torre. Passamos numa padaria para comprar um folhado de maçã que btw estava delicioso, e fomos comer no jardim do Champ de Mars, mesmo em frente à torre. Estava cheio de gente, grupos de amigos a fazer piqueniques, famílias a jogar, as vibes estavam imaculadas. Quando lá estávamos, havia imensos vendedores ambulantes, daqueles que andam com trouxas às costas, abrem nas e vendem no chão. Do nada começamos a ver imensos destes senhores a correrem para um lado do parque. Entendemos que a polícia estava a chegar e eles estavam-se a pôr a andar. Foi engraçado porque foi caótico, parecia o apocalipse, bue homens de troxas às costas a correr pelo jardim na nossa direção. Depois decidimos ir ao famoso spot de fotos em Paris, a Rue de la Université. É giro, mas não achamos worth all the hype, a torre fica meia tapada por árvores, mas foi giro na mesma. Estava a ficar tarde e queríamos jantar. Andamos a caminhar e a ler menus afixados, e a procurar no maps, mas era tudo caríssimo naquela zona. Por milagre, encontrei uma hamburgueria que estava dentro do nosso budget. Meu Deus do céu, melhor decisão de sempre, os hambúrgueres foram dos melhores que já comi!!!! O pão era tipo brioche, o hambúrguer era estilo smash, o molho era perfeito e as batatas no ponto. Ficamos chocados com a relação qualidade-preço dado o sítio onde ficava. Antes de voltarmos a casa, decidimos ir dar uma caminhada perto da torre. Estávamos a passar o jardim quando ela começou a brilhar imenso, foi lindíssimo. Senti-me imensamente feliz naquele momento, de estar em Paris com o meu loveeeee. Ainda a caminhar pelo parque vimos RATOS num banco de jardim. Foi uma última noite de viagem perfeita. Ir a Paris e não ver ratos era como ir a Roma e não ver o Papa. Rimos imenso disto. Depois caminhamos até à torre e havia uma projeção com uma bandeira de Israel, da Palestina e uma pomba da paz. Nada temam, porque a torre Eiffel acabou com a guerra no Médio Oriente com uma simples projeção. Enfim. Voltamos ao hotel felizes e contentes com esta noite perfeita em Paris.

    Restaurantes: Mozza & Co
    Pôilane
    Melty
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  • o que é bom acaba depressa

    September 22, 2025 in France ⋅ ⛅ 15 °C

    Last day! Infelizmente, era o nosso último dia em Paris. Demoramo-nos mais do que o costume a sair do hotel, porque estivemos a fazer as malas e a arranjar-nos para ir embora. Não estava a chover, mas também não estava o calor abrasador dos primeiros dias. Decidimos ir tomar o pequeno-almoço a uma padaria mesmo perto do hotel e comemos os nossos últimos croissants. Decidimos então ir para a zona do Le Marais. Lá, como uma fominhas que sou, tive de parar noutra pastelaria pela qual já tinhamos passado, porque havia um caracol de pistachio com ótimo aspeto. E sim, estava 10/10. Procuramos um spot de cacifos para deixar as mochilas e fomos andando pelas ruas da zona. Entramos em algumas lojas vintage, livrarias e umas lojas japonesas. Paramos um bocado para ver o que fariamos a seguir no place de vosgues. Andamos a ponderar como iriamos para Montparnasse, se compensava comprar mais um bilhete de transportes públicos ou não, e por fim, acabamos por potar ir de bicileta. Conceitualmente giro, mas uma bicicleta que não era elétrica (logo não assistida), e em Paris. O caminho até chegarmos aos Jardins du Luxembourg parecia não ter fim, com uma leve subida que me deixou a cuspir os pulmões. E para deixar tudo melhor, ter de conduzir num lugar onde as outras biciletas parece que andam a 120 com condutores sempre a reclamar quando eu demorava a arrancar depois de um semaforo vermelho. Cansados, lá chegamos aos jardins. Optamos por ir buscar comida ao Mac e comer nos jardins, e ficamos lá um pouco a descansar. Depois decidimos caminhar até ao cemitério de Montparnasse porque eu queria ver as campas do Sartre e da Simone de Beauvoir. Era um dos sítios que mais queria visitar lá. Vi também a campa do Durkheim, e haviam naquele cemitério muitas outras campas de pessoas igualmente famosas, mas que já não deu tempo de visitar porque o tempo começava a apertar. Corremos então até ao Pantheon, que foi o último monumento que fomos ver. Depois voltamos para a zona do Marais, e ainda tivemos tempo de ir à uniqlo, eu comprar uma mala e o andré comprar umas calças de ganga. Quando iamos para o metro para ir para o aeroporto, passamos por uma rua cortada, vedada e cheia de fotográfos, camaras e jornalistas, era a gala do Ballon D'or.Read more

  • Finito

    September 23, 2025 in Portugal ⋅ ☀️ 21 °C

    Antes de sairmos para o aeroporto, passamos rapidamente numa mercearia para comprar umas baguetes. Chegando ao aeroporto, lá nos pusemos a comê-las. Passar a segurança foi tranquilo e tudo se processou rapidamente. O pior veio depois. O nosso voo atrasou, e a porta de embarque estava constantemente a alterar. I swear, ela trocou prai 12 vezes, e as pessoas estavam a começar a ficar impacientes. Para piorar tudo o staff não falava inglês e estavam-nos só a ignorar. Ao fim de uma hora de atraso e muita corrida entre as diferentes portas, lá fomos encaminhados para o avião. Tivemos de apanhar um daqueles autocarros até chegar à pista. O autocarro ia a abarrotar, e nós estávamos de pé, carregados com as nossas coisas. Nisto começou a chover torrencialmente. Em vez de nos deixarem sair para o avião, houve algum problema que nos reteve mais cerca de meia hora dentro daquele autocarro mais packed que uma lata de atum. Finalmente abriram as portas, e corremos para o avião. Com a fila da confusão das pessoas a subir as escadas, acabamos por ficar cá fora a apanhar uma molha durante um bom bocado. Finalmente entramos e fomos para os nossos liares. O voo correu bem, mas at some point já a chegar ao Porto parece que o meu ouvido estourou e comecei a sentir imensas dores. O André deu-me os fones dele e uma chicla para mascar o que aliviou a dor, mas esta persistiu até ao dia seguinte. Nunca me tinha acontecido nada parecido. Chegando a Portugal, o meu pai já estava no aeroporto à nossa espera e levou primeiro o André a casa e depois, finalmente, cheguei à Póvoa. Foi uma viagem super interessante, principalmente porque me ajudou a ver Paris com outros olhos. Sinto que demos skip a algumas atrações bem famosas da cidade, mas personalizamos a viagem aos nossos gostos. Ainda assim, muito ficou por ver. Espero voltar em breve, see u next time Paris.Read more

    Trip end
    September 22, 2025