Maria Marques

From Portugal
Living in: Braga, Portugal
  • Day6

    ... Faial de carro!

    March 8 in Portugal ⋅ ⛅ 17 °C

    Último dia nas ilhas açorianas. Desta vez fazemos o Faial de carro. Damos a volta completa à ilha começando na Horta, no sentido dos ponteiros do relógio. Varadouro, com as suas piscinas de águas cristalinas convidam a um mergulho que não se concretiza porque a época balnear não está aberta. Assim, seguimos para o vulcão dos Capelinhos onde a paisagem lunar é interrompida por um farol de beleza singular meio soterrado nas cinzas vulcânicas de 1957. Do topo do farol consegue-se ter uma visão magnífica das redondezas e é visível o monte vermelho que se pensa ser uma parte da cratera do vulcão que teve a sua erupção a partir do mar. Continuamos em direção a Cedros atentos aos estômagos que reclamam comida, mas dos Capelinhos até ao restaurante da Aldina, tudo se encontra fechado. Acabamos por nos encontrar neste espaço com os turistas alentejanos com quem já nos tínhamos cruzado no vulcão. Quase ocupam todo o restaurante, mas ainda conseguimos um cantinho para aplacar a fome com sopa, salada de polvo e mexilhões com alho!
    O tempo parecia cada vez melhor, mas acabamos por ver a Caldeira aos poucos e à medida do aparecer e desaparecer do nevoeiro que a enchia... a praia do Almoxarife com as suas areias negras e o Monte da Guia com vista para a Caldeira do Inferno, Porto Pim e a baía da Horta encerraram o fim do dia com um por do sol cheio de nuvens. Fim de dia e de viagem no Peter a comer sopa de peixe, bolo de chocolate e fofas do Faial!
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  • Day5

    Horta a pé

    March 7 in Portugal ⋅ ⛅ 19 °C

    O Faial estava cheio de sol e o Pico a mostrar-se vaidoso com uma saia de nuvens.
    Palmilhámos a ilha de lés a lés. Até Porto Pim, a pé é um saltinho e o café com o mesmo nome tem uma tarte de maçã deliciosa. Continuando a rodear a baía passa-se pelo Portão do Porto e segue-se pelas Muralhas de São Sebastião. À tarde voltamos à Marina passando pelo Clube Naval em direção ao Terminal Marítimo onde não chegámos porque subimos ao miradouro da Vista Alegre, passando pela Torre do Relógio e a Universidade dos Açores. Do miradouro temos a cidade a nossos pés com o Pico mesmo em frente. Parece pavonear-se ao longo da tarde, descobrindo-se e cobrindo-se de nuvens até deixar de se ver ao fim do dia. Daqui a caminhada é longa de volta a casa onde decidimos passar o resto do serão em converseta de amigas que já não estavam juntas há uma eternidade.Read more

  • Day4

    Ilha do Pico - São Roque e Madalena

    March 6 in Portugal ⋅ ⛅ 15 °C

    O dia no Pico foi relaxado. Depois de uma travessia turbulenta a partir de São Jorge até à Madalena, seguida de uma corrida de táxi enlouquecida em direção a São Jorge, a acalmia foi necessária. Ficamos a saber mais tarde que as ondas atingiram os sete metros e os estômagos de Wolfi e Sónia não resistiram. À custa de muita meditação e controlo de respiração lá me aguentei mais uma vez. Grata por ser praticante de ioga e reiki!!!
    São Roque é uma vila encantadora batida pelo mar indomável! O azul das ondas que parece arrastar gelo na rebentação, tão característico de ilhas vulcânicas, hipnotiza-nos e faz-nos avançar lentamente, ao ritmo da ilha. Há um moinho que nos convida a uma sessão fotográfica combinada com o topo da montanha do Pico. Mais um vez as cores do Açores: o azul do mar, o negro vulcânico, o vermelho do moinho e o cinzento intenso do céu de hoje. Às 14:25 há um autocarro para a Madalena e é nele que seguimos. Fazemos uma espécie de visita guiada. Passamos pelo Cachorro, onde é possível ver a paisagem de vinha carimbada pela UNESCO. É realmente admirável a proteção que é feita com muros de basalto. Apenas dois ou três pés em cada espaço para garantir que o ar salgado não afeta as plantas. Já na Madalena passamos por uns apartamentos turísticos próximos do Terminal Marítimo João Quaresma que envergam, cada um, o nome de cada casta cultivada no Pico. Desta vez, a travessia da noite anterior não permite grandes aventuras vínicas e compromete-nos a um regresso para conhecer a ilha a fundo.
    O resto do tempo na Madalena passámo-lo a deambular pela vila que pouco tem a oferecer. Para além da biblioteca e do auditório praticamente novos, há um ar de abandono que deve ser diferente no verão.
    Regressamos ao Faial mais uma vez de barco, mas desta feita o mar está de feição e os vinte minutos de travessia são passados em amena cavaqueira.
    Pena irmos encontrar a Sónia ainda a sofrer da travessia do dia anterior.
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  • Day3

    São Jorge

    March 5 in Portugal ⋅ ⛅ 16 °C

    São Jorge é um sítio maravilhoso neste arquipélago dos Açores. Neste primeiro dia na ilha passámos pela capital - Velas - e pela Calheta também. Na Calheta o Porto tem águas límpidas e consegue ver-se o fundo independentemente da profundidade. O almoço foi no Topo e a seguir pudemos entrar no farol com vista para o Ilhéu do Topo, na Pontinha. Mais tarde foi a vez de visitar a deslumbrante Fajã do Ouvidouro, seguida da Poça Simão Dias. Aqui a natureza é indomável e as ondas enchem a poça que serve piscina, que faz as delícias de quem a visita no Verão. À noite ainda demos um salto a Velas para ver o centro da cidade e beber uma cerveja. O dia acabou nas Manadas, onde o nosso anfitrião nos fez sentir em casa. Obrigada pela hospitalidade Paulo Pereira!Read more

  • Day3

    ... mais São Jorge

    March 5 in Portugal ⋅ 🌬 13 °C

    A manhã acordou soalheira e a motivação para fazer a caminhada até à Fajã da Caldeira de Santo Cristo estava em alta. Pena que a Sónia não pode ir connosco, mas o Paulo foi um guia perfeito. Passando pela Caldeira dos Cubres em direção à Caldeira de Santo Cristo é possível imaginar como terá sido a chegada dos portugueses a estas paragens. A vegetação é luxuriante e o mar é indomável. Consegue ouvir-se o som do mar a bater nos rochedos e ir entrevendo a aldeia abandonada na fajã aquando do terramoto que obrigou à evacuação aérea dos habitantes. A maior parte não quis regressar. Apenas uma família vive permanentemente na aldeia, desde então. Só os geradores põem a eletricidade a funcionar neste sítio remoto. Segundo Paulo, este é um sítio muito frequentado por famílias e turistas no verão. Só se pode chegar a pé - cerca de 45 minutos - ou de moto quatro. Ainda é possível ter o céu estrelado no firmamento, livre de poluição luminosa, fazer uma fogueira para aquecer e conversar longamente sobre a vida, ou simplesmente ficar em silêncio. Neste dia, em que o vento forte que nos atrasava os passos não teria permitido tal fogueira, apenas encontramos o funcionário da câmara que divide as suas tarefas de rotina com a sua paixão pelo surf. Este é um spot ideal, de acordo com Paulo. O caminho de volta foi fácil, em amena cavaqueira, apenas interrompido pela habitual queda das viagens, na versão “Maria, the professional faller”.
    Voltamos a Manadas apenas para apanhar Sónia que nos acompanha no resto dos passeios. Ponta de Rosais com o seu farol abandonado faz-me lembrar um pouco os edifícios do Tarrafal. É um farol desativado com um certo charme que vem de todo o verde que o envolve, da falésia abrupta em frente ao mar revolto e da vermelha estrada parecida com uma serpente acima e abaixo no relevo , mas sempre em frente em linha reta.
    De volta a Manadas passamos pela Igreja de Santa Bárbara, frente ao mar! É a única igreja na ilha com um interior barroco que só conhecemos por fora porque não está sempre aberta, ao contrário da igreja da Caldeira de Santo Cristo que tem sempre as portas abertas para a sua simplicidade e beleza que combina todas as cores dos Açores num só espaço.
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  • Day1

    Horta

    March 3 in Portugal ⋅ ⛅ 16 °C

    Encontramo-nos com a Sónia e o Paulo para almoçar na Horta. O café foi no Peter, seguido de um lento e saboroso passeio pelo porto de veleiros até ao Porto de mar para adquirir as passagens para São Jorge. A travessia começou bem e até São Roque, nada a apontar. Depois dessa paragem tudo mudou. O mar ficou mais agitado e Sónia e Wolfi acabaram com o estômago às voltas... dormir, neste caso, foi o melhor remédio!Read more

  • Jan26

    Passeata na Invicta...

    January 26 in Portugal ⋅ ⛅ 14 °C

    Passear no Porto é sempre uma alegria. A ida à Conga é já um clássico e atravessar o tabuleiro superior da Ponte D. Luís com a vista do rio pontilhado de rabelos e do colorido das casas cada vez mais bonitas da Ribeira, também.
    Apesar de ser janeiro o sol é suficiente para tornar esta tarde tão agradável na companhia da Tixinha e do Wolfi. Subimos em direção ao Bulhão na esperança que a reconstrução deste espaço esteja concluída, mas parece que ainda vamos ter que esperar um pouco... Acabamos por entrar na Manteigaria com as suas natas Lisboetas que conseguiram implantar-se no coração do Porto... Deliciosas por sinal!
    Depois da tradicional volta por Santa Catarina e de uma fugaz entrada na Igreja de Santo Ildefonso, rumamos à outra margem do Douro, parando na Ramos Pinto e entrando no Mercado que se transformou em espaço gastronómico português.
    Bom... tínhamos que terminar à moda do Porto com a francesinha no Capa Negra ❤️
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  • Jun24

    São João

    June 24, 2018 in Portugal ⋅ ☀️ 25 °C

    São João is celebrated both in catholic and pagan ways. The small chapel of Saint John located at the beginning of Avenida da Liberdade holds the catholic ceremonies, while on the eve of the 24th June the crowds go up and down the avenue banging plastic hammers on people’s heads or rubbing smelly garlic flowers on people’s noses... in this case, the favorites are young women!
    It is a crazy party that lasts for a whole week and ends in a loud session of fireworks at midnight of the 24th.
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  • Jun23

    Passadiço do Sistelo

    June 23, 2018 in Portugal ⋅ ☀️ 30 °C

    Passadiço do Sistelo is the most recent touristic attraction in Portugal and it is now a must among hikers and bikers. It is part of Ecovia do Vez and it goes through the village known as the Portuguese Tibete because of the green terraces that remind the paddy fields in this remote area of China. Sistelo is part of the Biosphere Reserve and it is candidate to UNESCO world heritage.

    For us, it was an extremely hot day - 34•. Nevertheless, there was plenty of shades and the natural pools along the way made it easier to endure the high temperatures. Next time we’ll start from Sistelo because the flattest part is towards the medieval bridge in Vilela. We did it the other way round, which means that the hardest part was for us the last one... I think Mini will not forget this hiking tour 🤪
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  • May6

    Apúlia

    May 6, 2018 in Portugal ⋅ ☀️ 21 °C

    In Apúlia we can walk along the ocean, either directly on the sand, or on the wooden paths prepared for people not to walk on the sand dunes. It is the perfect area for watching the sunset and go for a dinner of seafood or fish on the tiny fishermen restaurants in the area.

    There are old windmills that were used in the past for grinding flour and are now used as holiday lodging.

    The smell of the ocean is very intense on low tide because this is a rocky beach full of algae and you can even touch the black mussels that are attached to the rocks.
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