Maria Marques

From Portugal
Living in: Braga, Portugal
  • Day3

    Marseille

    October 7 in France

    Marseille is wonderful! We spent most of our time around the Vieux Port. The MuCem, the Chateâu d’If, the Fort de Saint Jean and the Cathedral are all around and it is amazing to feel the perfect combination of modern and old buildings, the cruise boats in the big harbour and all the fancy surroundings with expensive shops and restaurants to receive the hundreds of tourists that leave the cruises everyday.
    As for us, we preferred going to the old harbour where seafood restaurants are lined and we could taste a specialty that seems awkward but it definitely works: fried mussels with french fries... delicious! Also a salad with cheese and meat that seems funny at first but is totally delish! And the rest of the afternoon, supposedly to know a bit more about the city, was to rush into nice places when the thunderstorm decided to play some tricks on us. A nice bar for a coffee, a réplica of the Galleries Lafayette, a nice biscuit shop and, last but not least, a soap shop to buy the famous Soap of Marseille! After all we really ended up soaked by the late afternoon rain before going to the airport... loved it all anyway!
    Read more

  • Explore, what other travelers do in:
  • Day2

    Arles is a World Heritage city with a lot of Roman remains, namely a small colosseum and an amphitheater. The city is on the left bank of the river Rhône and there is a long promenade alongside. It was nice to eat in a small creperie in the city centre, feeling the flavour of ripe tomato, chèvre cheese and Provence olive oil to relax for a while. The day is beautiful and it’s difficult to see the autumn coming...
    Avignon, the city of the Popes, reminds me immensely of Évora. The city wall is huge and the old city spreads inside. From the Palais des Papes and the cathedral to its side to the bridge of Avignon - only half, by the way - all is very beautiful and well preserved. The view from the gardens is amazing.
    We end up the day in Aix-en-Provence. Maybe because my expectations were high the feeling of delusion also strikes me. The whole city is under construction and it is not so nice as I expected. Nevertheless, the city centre is pleasant enough to have dinner and go back to the country house we stayed in to spend the night.
    Read more

  • Day2

    6.10.2018
    Carcassonne - Bézier - Montpellier

    After having breakfast with Zé and Luisa we went to the food market in the city centre of Carcassonne. I was never in France before. This is my first time but what the eyes can see and the nose can smell takes me back to the imaginary of Joanne Harris and her books about France. Although we’ve just had breakfast I feel like eating all the nuts and olives. The fruits and veggies were so fresh and the flowers incredibly beautiful and scented. Afterwards we went back to the Gare de Carcassonne, just to take a look at the Canal du Midi during the day. Throughout the day we passed by it many times and on Béziers we made long stop to visit the nine dams that are ready to get the boats up and down the canal. It is amazing that so many years ago they had the knowledge to build such a great art of engineering. The city centre of Béziers is also very nice with its catedral showing its grandiosity as a skyscraper of the past! But before getting there we still had time to go to the citadel of the castle in Carcassone with a short stop to taste the Cassoulet, which is like our “feijoada” in Portugal.
    In the evening Montpellier almost gets me crazy. It is not easy to park a car in French cities and when finally we can do it, because a car is leaving, but the driver gets mad at your position in the park and he decides to put the car back in the parking place and start shouting at me... then I caught myself shouting back and saying a bunch of “truths” to the man like: “Vous êtes trés gentile. C’est à cause de personnes comme vous que j’aime lá France!!!” It seemed that suddenly I could speak French!!! Eheheh! In the end he left and we had a perfect spot! Dinner was perfect too. The city centre of Marseille is very lively and the food was special! Once again, but under a heavy rain and crazy thunderstorm, we slept in the van in a place out of Montpellier called Carnon-Plage - a small stripe of land facing the salty lagoons and the Mediterranean Sea.
    Read more

  • Day1

    After dinner in Praça Real in Barcelona and a stroll through La Rambla we headed to the ocean to sleep in the van, directly at the beach. The sound of the ocean is always the perfect song for deep sleep. The sun was shining when we got up and the Mediterranean was like a pond! Fishermen were around and some metres away was the picnic area where we had breakfast facing the deep blue of the sea. In Loret del Mar the beach was silent without children. Europe is back to school and only retired people spend relaxed holidays by the seaside. It was possible to take a nap after a short dip in the chilly water. Refreshing and beautiful with big fish swimming relaxed like around me but to cold to swim.
    But our target is Carcassone and after this relaxing hours, we decided to stop only at Figueres, the birthplace of Salvador Dalí. It was a small town with a surprisingly beautiful city centre full of art, as one should expect. The feeling of being near France strikes me for the first time when we get into a Patisserie and Spanish bocadillos mix with choux and nougat.
    Carcassone welcomes us at sunset and the castle is splendid at this time with this special light. Zé and Luisa are late because the TGV has a delay, so we take a stroll to the city centre where a lot of people are still having dinner. Carcassone is not an expensive city to have dinner out, as we will find out in other french cities. We end the day meeting them at the Gare de Carcassone and spend the rest of the evening with them.
    Read more

  • Day35

    USA, Miami

    September 1 in the United States

    Valeu mesmo a pena fazer esta stopover em Miami. Saímos do aeroporto no autocarro 150, direto a South Beach. O dia está a começar - são oito da manhã - e vemos a cidade a acordar. Atravessamos os canais onde se perfilam as grandes casas americanas com ancoradouros privativos e lanchas rápidas aí amaradas. Nas ruas circulam carros das marcas mais caras, claro. Ferraris, Lamborghinis, Mustangs, grandes Dodges e BMW e Mercedes à mistura. Vêm-se alguns clássicos também e carros normais, como na Europa.
    Até chegarmos à praia tivemos que nos abrigar porque uma chuva tropical resolveu batizar a nossa chegada. Depois de uma paragem estratégica para água e café, South Beach era praticamente só nossa. A temperatura da água é perfeita, as ondas são perfeitas e a areia também. Até a brisa sopra na quantidade certa para não estar demasiado calor. Não admira que os americanos que podem pagar o elevado custo de vida elejam Miami como sítio para morar. Eu também o faria! E assim acabam estas férias magníficas cheias de cerejas em cima do bolo!
    Read more

  • Day34

    Equador, Quito

    August 31 in Ecuador

    Outra vez nas alturas! Pensávamos que o corpo já se tinha acostumado, mas os dias à beira mar puseram outra vez o metabolismo a zero. O choque não foi tão grande como em Lá Paz, mas a surpresa com a capital do Equador é das boas. Foi uma das primeiras cidades a ser declarada património mundial da UNESCO. Os edifícios são magníficos e muito bem preservados e a Plaza Maior é das mais bonitas que visitamos na América do Sul. Aqui e ali, inclusivamente nesta praça, há manifestações a reclamar direitos e a pedir justiça. Até aqui, nada a registar, não fosse a quantidade brutal das mais variadas forças policiais que suplantam largamente os manifestantes.
    Vagueamos pela cidade e apercebemo-nos que a comida é muito barata, quer seja vendida na rua, quer nos restaurantes. Em contrapartida é aqui que pagamos os selos de correio mais caros de sempre. Os contrastes são marcantes. A diferença entre ricos e pobres é grande, mas não tão chocante como para mim foi em Guayaquil.
    Read more

  • Day33

    Tortuga Bay era o que nos faltava ver em Santa Cruz. O nosso anfitrião sugeriu também um rancho de Tartarugas e os túneis de lava onde se pode caminhar. Mas depois de ver tartarugas em estado selvagem não nos apetecia vê-las dentro duma quinta. Por isso, resolvemos fazer o trilho até à baía atravessando bosques de opuntias gigantes- cactos - onde os tentilhões de Darwin se misturam com os canários das Galápagos numa sinfonia perfeita. Parecem cantar ao desafio.
    Nas Galápagos não se pode sair dos trilhos e aqui não é exceção. Desta vez o trilho está preparado para qualquer pessoa o fazer. Faz-me lembrar um pouco a Muralha da China, no seu serpentear acima e abaixo, ao sabor do relevo vulcânico. Depois de vinte minutos de caminhada vigorosa, abre-se por entre a vegetação a porta para a paradisíaca Baía da Tartarugas - só vemos uma quando já estamos de volta. É uma grande praia de areias brancas onde proliferam os animais mais emblemáticos das ilhas. Tinha uma resta de esperança de ainda ver outra vez os Piqueros - patas e bicos azul. Não foi possível, mas em contrapartida tivemos um show fotográfico proporcionado por um pelicano na sua limpeza matinal. Claro que as iguanas, os caranguejos, os tentilhões e os canários não deixaram de aparecer para dar o ar da sua graça e até um leão-marinho por lá andou na sua brincadeira. Foi aqui que vimos as maiores iguanas - mesmo gigantes. Ficaria aqui muito mais tempo para lentamente flúor bom as ilhas, mas o tempo está quase no fim. Nessa noite já estamos em Quito.
    Read more

  • Day32

    Equador, Galápagos, Isabella

    August 29 in Ecuador

    Já nos habituámos à garoa matinal das ilhas Galápagos. Sem lhe dar importância fazemos o caminho que leva ao Muro das Lágrimas. Este Muro foi construído por prisioneiros da colónia penal que aqui existiu nos anos 40 a 50. O único propósito era punir os condenados. O muro não serviu para rigorosamente nada. Os habitantes locais dizem que ainda é possível ouvir os murmúrios de agonia das almas penadas que aqui continuam presas. O único murmúrio que ouvi foi do mar... maravilhoso!
    Pelo caminho pudemos ver de perto, em estado selvagem, tartarugas meeeesmo gigantes, corvos endémicos e os famosos tentilhões de Darwin. E claro, as iguanas marinhas na vulcânica rocha negra e áspera junto ao mar. É um passeio por entre a aridez do território mais interior, combinado com a zonal de mangal e a praia oceânica onde se podem avistar leões-marinhos e raias mesmo à beira-mar. Aproveito para dar um mergulho à vinda nas águas cálidas do Oceano Pacífico. O mar tudo lava e quando dou por mim, tenho como companheira de ondas uma raia bebé.
    Mais uma vez de volta a Santa Cruz voltamos à carga nas esplanadas, desta vez com um peixe bruxo preparado com molho de côco e a outra metade “à la parilla”, que é o mesmo que dizer que colocam vegetais junto com o peixe num papelões de alumínio que vai a cozinhar em cima das brasas. De lamber os beiços!
    Read more

  • Day31

    Equador, Galápagos, Isabella

    August 28 in Ecuador

    O dia começou um pouquinho nublado, variou para aquilo que os Galapenhos chamam de garoa e abriu num sol quente equatorial, para acabar ventoso e com nuvens cinzentas mas sem chuva. A temperatura só muda quando está vento. Caso contrário, mantém a humidade e o calor.
    Mas o principal não é isso. Hoje decidimos explorar a cidade para decidir o que fazer na ilha. Já tínhamos pensado em snorkelling, mas faltava-nos saber horas e preços. Optamos por fazer o tour das Tintoreras. Em apenas três horas fizemos uma caminhada pela ilhota que é uma colónia natural de iguanas e leões marinhos, avistámos do barco pinguins das Galápagos e os pássaros de patas e bico azul - por causa da sua dieta de sardinhas - e fizemos snorkelling no recife. O coração quase me saía pela boca quando vi passar por baixo de mim um tubarão. Inexplicável! Daí a pouco uma raia e milhares de peixinhos coloridos de todas as formas e tamanhos. Do barco, no ancoradouro e da ilhota avistamos também tartarugas marinhas. Algumas pessoas viram-mas também enquanto mergulhávamos. Eu não.
    À tarde fizemos uma longa caminhada pela praia. A ilha não para de nos surpreender. As fragatas - pássaros com o papo vermelho - e os pelicanos voam por cima de nós. Pequenas andorinhas marinhas e pássaros de longos bicos castanhos ou vermelhos correm desenfreadamente pela areia lavada pelas ondas e na água, mesmo à beira mar, vemos pequenas raias que parecem querer desafiar o risco de ficar a seco se uma onda não as vier buscar de volta. Já ao por do sol conhecemos o verdadeiro surfista. Um leão marinho brincalhão mergulha e fira ondas ou deixa-se levar por elas. Aqui conheci o verdadeiro sentido do que é ser extraordinário. Iguanas com ar dinossáurico passeiam-se a absorver os raios de sol na pedras negras de lava até ao último minuto de calor e a ilha continua o seu ritmo próprio sem grandes desafios aparentes, mas de uma exigência de sobrevivência extrema.
    Para nós, no entanto, é fácil acabar o dia a comer relaxadamente um bom bife de atum num simpático menu de oito dólares - talvez a única coisa barata aqui nas ilhas...
    Read more

  • Day30

    A manhã foi dedicada a Darwin. O centro com o seu nome alberga tartarugas e iguanas terrestres. É um sítio onde se pode aprender sobre os animais das diversas ilhas e também sobre o desenvolvimento do pensamento científico de Darwin. É um sítio de proteção das espécies. Com a chegada dos espanhóis vieram também animais que não eram pertencentes às ilhas. Os que mais dano causaram foram as ratazanas. Em algumas ilhas mais pequenas foi possível eliminá-las, mas nas maiores não há como fazê-lo. A solução foi recolher os ovos das tartarugas gigantes e trazê-los para este centro que serve de incubadora e berçário até aos três anos de vida. A partir daí elas já conseguem sobreviver sozinhas e são recolocadas nas ilhas de origem. É um sítio interessante para se passar um pouco da manhã. No caminho de regresso, no cais dos pescadores, apesar de já ser tarde e o espetáculo ser mais deslumbrante quando o peixe fresco chega, ainda vemos os leões marinhos junto das vendedoras. Um deles está tão alinhado com uma das mulheres que parece saber do negócio também. Os pelicanos também rondam a ver se lhes calha alguma coisa e as iguanas marinhas espraiam-se ao sol.
    Mas a bela ilha Isabella espera por nós. Depois de duas horas de lancha rápida, que podem ser de grande aventura ou tortura, de acordo com os estômagos, as iguanas alinham-se à nossa espera no simples cais de chegada. Esta ilha é mais simples, mais selvagem e os simpáticos equatorianos que gerem o Hostal Muro de Lágrimas prontamente nos dão dicas para irmos ver a reserva de flamingos e tartarugas gigantes a dez minutos a pé. É quase pôr-do-sol e os flamingos têm um rosa mais intenso. Misturam-se outras aves nesta zona de salinas. Um passadiço de madeira serpenteia pela salina e pelo mangal e vai deixando ver as Opuntias Gigantes nas parte áridas do percurso. É um sítio mais verde do que Santa Cruz.
    A praia é a menos de cem metros do hotel e do nosso quarto conseguimos ouvir o marulhar das ondas e o vento nas palmeiras. O dono do hostal não para de nos oferecer das suas bananas orgânicas e explica-me como se faz nos bananais do Equador continental onde as avionetas com pesticidas passam para deixar o veneno que mata os parasitas e, aos poucos, as pessoas. Gosta desta ilha onde tudo é natural. Vai dando dicas do que podemos fazer na ilha para a aproveitarmos ao máximo. Reclinamos a ideia da escalada ao vulcão - já o tínhamos feito em Tenerife e eu no Faial... mas aproveitamos as ideias do mergulho. Nessa noite também jantámos em restaurante esplanada, mas aqui tudo recolhe cedo depois do jantar. E nós também.
    Read more

Never miss updates of Maria Marques with our app:

FindPenguins for iOS FindPenguins for Android