• We made it to the Louvre

    September 20, 2025 in France ⋅ 🌧 21 °C

    Entramos então no museu. Não há muitas palavras que o consigam descrever. É lindíssimo, lindíssimo, lindíssimo. Fiquei extremamente feliz por ver algumas das obras que sempre vi em manuais de história, na internet e na televisão. A Mona Lisa estava a abarrotar de pessoas, e apesar de tudo, não acho que seja a coisa mais interessante no museu. A liberdade a guiar o povo foi sem dúvida a minha pintura favorita. Mas sem dúvida aquilo de que mais gostei foi de facto as estátuas. A winged victory nas escadas é majestosa. A Vênus é uma das minhas favs à muito, e ver a estátua da Diana fez me muito feliz. Fiquei abesbílica com certos quadros que ocupavam metros e metros de parede. Entretanto começou a soar um aviso de que o museu ia fechar em meia hora e precisávamos de sair. Fiquei fula, porque ainda só tínhamos visto um pedacinho do museu. Queria ver o quadro do Napoleão e não consegui, sad. Saímos e estava melhor o tempo. Estivemos outra vez no Jardin des Tuilleries e liguei à minha madrinha porque era o aniversário dela. Depois chorei no jardim (prémio de maior morcona maria chorona é meu), porque entendi que não ia conseguir ver a Aleksandra (amiga de Berlim), porque ela só chegava a Paris na noite em que íamos embora. Para afogar as mágoas, decidimos ir jantar uma comidinha típica francesa. Comi confit du Cannard no Bistrot Victoires e estava fenomenal. O bife do André vinha com tipo tomilho a arder em cima, kinda crazy, mas muito bom. A noite acabou em BEM e voltamos para o hotel.

    Restaurante: Bistrot Victoires
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