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Jazz em França

O ano passado gostámos tanto que este ano vamos outra vez. Começamos em junho pelo festival em Fontainebleu e depois repetimos Marciac em Julho. Pelo meio ainda damos um salto a Paris… Read more
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    🇫🇷 Porsguen, França

    Crozon- Cléder

    Jul 9–11 in France ⋅ ☁️ 24 °C

    No porto onde parqueámos e dormimos havia, um pouco mais à frente, uma pequena banca de venda de peixe… o Cédric foi até lá e como é fluente em francês descobriu que a senhora da venda é a mulher do pescador que explicou que nunca sabe o que vai ter porque depende da faina; para já tinha 2 lagostas, umas quantas santolas, 2 peixes parecidos com rodovalhos e uns quantos ‘saint-pierre’ que nos recomendou e que, mais tarde, foram o nosso almoço. Deliciosos!
    Seguimos viagem, sempre em direção a oeste, e ao passar em Hillion vimos um minúsculo mercado de produtores locais - estacionámos a Cali e fomos comprar tomate (daquele coração-de-boi, carnudos, sumarentos e quase doces, que têm o sabor de quando éramos mais novos), manjericão e alface.
    Retomámos caminho até uma localidade chamada Saint-Thégonnet que, no meio do nada, tem uma padaria de pão-bio de onde trouxemos um de sarraceno e outro de trigo… ah, e o bolo tradicional da região que tem recheio de ameixas.
    Rumámos a sul em direção à península de Crozon, a sul de Brest, que é conhecida por ter praias muito bonitas mas, além de ser uma zona muito turística, fazia bastante mais calor do que a norte e também não achámos que a zona fosse particularmente deslumbrante (ainda bem que nem todos gostamos das mesmas coisas!), por isso, voltámos para a costa a norte.
    Desta vez, escolhemos a zona de Cléder, conhecida pela fantástica praia des Amiets e pelas outras ao lado, mais pequenas mas todas de águas límpidas azul turquesa, povoadas por inúmeras rochas (que a Patrícia adora fotografar). Também aqui é impressionante o recuo das águas na maré baixa que prolonga largamente o areal deixando para trás imensas poças de água, deixa os barcos a e as bóias marítimas a seco, e expõe o fundo do mar e as rochas submersas durante a maré-cheia. As praias têm gente mas não as multidões que vemos no litoral português, não há prédios lá atrás nem restaurantes a cada 100 metros… dá para ouvir cada onda a desenrolar-se na areia e há tanto espaço (mesmo nas praias mais pequenas) que se consegue ter privacidade :)
    Resolvemos ficar uns dias. Por aqui a temperatura máxima ronda os 28°C com uma brisa fresca de norte, o que dá para fazer uns ótimos dias de praia e longas caminhadas pelo areal.
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  • Cancale - Courtuais - Dahouêt

    Jul 6–8 in France ⋅ ☀️ 28 °C

    Fomos passeando sempre junto à costa, onde o calor não ultrapassa os 27° C, e seguimos até à pequena localidade de Cancale que é famosa pelos viveiros e por ter um ‘mercado de ostras’ que se comem no pontão com visa para o Monte Saint Michel. E depois as cascas deitam-se fora para as aves marinhas petiscarem e partirem as conchas que se vão tornando em areia. É pitoresco e um pouco turístico mas as ostras estavam ótimas e a vista é lindíssima.
    Seguimos até uma zona de praias onde o difícil é escolher para qual ir… pedimos ajuda a uns locais com quem metemos conversa e que nos recomendaram Courtuais que é, de facto, uma praia muito bonita, com as dunas cobertas de vegetação e trilhos bem identificados até lá chegar. Surpreendente é não haver lixo pelo chão, nem carros por próximo (que ficam nos parques a 1,5 km (conseguimos arranjar uma sombra miraculosa para a Cali por isso o Boni ficou fresquinho), nem restaurantes na praia, nem ninguém com música alto e a praia, maravilhosa, sem magotes de gente… é outro mundo. A temperatura estava ótima porque o sol não queimava a pele e a água, apesar de custar um pouquinho a entrar, deu para fazer vários banhos refrescantes.
    Seguimos viagem passando por Pléneuf-Val-André que tem uma praia com um areal enorme a que mais logo voltaremos: a tal pintora que conhecemos há uns dias em Dinan recomendou-nos a festa local com concertos de jazz gratuitos.
    Para já seguimos até à pequena vila de Dahouêt onde estacionámos junto às docas - nesta zona da Bretanha há uma particularidade engraçada que já tínhamos visto no pontão das ostras, depois na praia e agora aqui… na maré-baixa o mar recua tanto que até faz impressão (toda esta bacia deve ter muito pouca profundidade).
    Jantámos cedo e fomos a pé até à localidade vizinha onde no jardim assistimos a um concerto de piano muito original e bem disposto, de ragtime, swing e boogie, tocado a 4 mãos. Quando acabou já eram 23h e o sol despedia-se em tons maravilhosos sobre o enorme areal da praia que ainda tinha gente dentro de água.
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  • Bécherel - Dinan

    July 5 in France ⋅ ☀️ 26 °C

    Hoje começamos por visitar uma pequena localidade chamada Bécherel que além de muito bonita é conhecida por ter alfarrabistas porta sim, porta sim. E, como se não bastasse, hoje era dia de feira-do-livro em segunda mão… claro que não resistimos e fizemos umas comprinhas geniais (os livros de arte têm poucos textos e lêem-se bem em francês).
    Seguimos depois para Dinan que é uma preciosidade: a cidade é toda ela rodeada pelas muralhas do castelo do séc. XIV e tem a mais bonita rua medieval da França - a Rue du Jerzual - entre muitas outras igualmente espetaculares. A cidade desce até um porto de rio muito aprazível que é também a zona com mais turistas mas nas lojas ainda é possível ouvir o (incompreensível e quase extinto) dialeto bretão, conforme demonstrou o dono de um comércio com quem estivemos a conversar.
    Dinan tem imensas galerias e ateliers de artistas mas, tal como em Barbizon, o foco aqui é vender, não é criar. Ainda assim, num colégio municipal - que durante as férias dos miúdos se transforma em centro cultural (grande lição!) - conhecemos uma jovem pintora local, com uma obra interessante, que nos falou do seu trabalho e com quem até trocámos contatos - como lhe dissemos que há uns dias atrás tínhamos ido a um festival de jazz, ela recomendou que na próxima terça-feira fossemos até uma localidade aqui próxima assistir a concertos gratuitos que costumam ser muito bons… portanto parece que já temos planos para os próximos dias ;)
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  • Rennes

    July 4 in France ⋅ ☀️ 30 °C

    Fomos visitar Rennes, capital da Bretanha, que é uma cidade bastante cosmopolita e já com alguma dimensão, muito movimento, universidades, comércio, etc.
    A arquitetura é uma mistura do antigo enxaimel medieval, paredes meias com o betão e o vidro moderno e contemporâneo. Aliás, a imponente catedral da cidade é, ela própria, uma grande salganhada de reconstruções em diversos estilos. No passeio que fizemos ainda vimos outras igrejas muito góticas, igualmente interessantes. E é bonito de se ver uma exposição de trabalhos de estudantes das belas-artes junto às peças de arte sacra, despudoradas, sem dar um chilique a ‘quem manda’.
    Gostámos de ver tanta gente a andar em duas rodas e ainda mais de ver os ‘contadores’ de bicicletas nas ciclovias. Resolvemos jantar pela cidade e escolhemos um restaurante familiar libanês, de comida muito verdadeira que nos recebeu e serviu como realeza.
    Tínhamos deixado a Cali a 7km do centro de Rennes e para lá voltámos (de autocarro) a tempo de passear o Boni um pouco mais pelo bonito parque - perto de nós estava um grupo de gatos selvagens que ele já tinha conhecido de manhã… mas ele não gosta particularmente de socializar ;)
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  • Simples - Cepoy - Barbizon

    Jul 2–3 in France ⋅ ☁️ 23 °C

    Fomos primeiro conhecer uma pequena capela do século XII - Saint Blaise des Simples - que, quando foi recuperada nos final dos anos ‘50, ficou famosa pelos frescos pintados por Jean Cocteau, com desenhos de ervas medicinais e aromáticas (que
    podemos encontrar no jardim botânico no exterior).
    A seguir visitámos uma padaria artesanal que já conhecíamos do ano passado, negócio familiar (curiosamente de uma portuguesa) que funciona num antigo moinho movido com a água do ribeiro que corre por baixo do edifício - tudo recuperado com a ajuda dos aldeões que acolheram a recuperação do antigo moinho… ah e o pão é maravilhoso!
    Fomos depois até Barbizon, a pequena vila das artes (até o brasão de armas tem uma paleta e pincéis!) que ficou conhecida por ser um dos locais de eleição dos pintores que abriram caminho ao impressionismo quando saíram dos seus ateliers em Paris para ali passarem largas temporadas a trabalhar ao ar livre (o que só foi possível depois de se inventarem os tubos de tintas e outras modernices que lhes deram mobilidade)… mas não gostámos muito porque, apesar da vila estar bem preservada, é tudo um pouco turístico e os ateliers abertos atualmente são alugados por artistas que estão ali para vender e não para trabalhar. Ainda assim, como arranjámos um lugar ótimo e com muita sombra para parquear a Cali, resolvemos ficar por ali, pôr o trabalho em dia e e pernoitar.
    Mas está na hora de mudar de rota: sabemos que nova onda de calor está a vir para França e que a maior parte do território vai voltar aos 40°C por isso hoje já começámos a ir para noroeste, decididos a ir até à Normandia ou Bretanha que vão ter temperaturas mais amenas. Para já, hoje ficamos um pouco a oeste de Chartres.
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  • Paris - dia 2

    Jun 30–Jul 2 in France ⋅ ☁️ 28 °C

    Saímos do parque onde estávamos (apesar de ser fabuloso) porque um grupo de holandeses em 6 tendas resolveu não deixar ninguém dormir… viemos conhecer um outro, não muito longe, que serve bem como alternativa caso voltemos para ver de novo o festival ou re-visitar Paris. Conseguimos um lugar debaixo de uma árvore (assim o Boni não vai ter muito calor porque a Cali vai estar sempre à sombra… apesar das temperaturas por agora não ultrapassem os 25°C). e ainda por cima fomos recebidos com um céu amoroso, em tons de cor-de-rosa, e um por-de-sol fabuloso!
    De manhã arrancámos para Paris (neste parque estamos a cerca de 60 km) porque já tínhamos bilhetes com ‘hora marcada’ para ver a exposição de Matisse no Grand Palais - o edifício é lindíssimo mas é incrível ver ao vivo as obras que se conhecem só nos livros…. como a ‘blusa romena’ que dá o título e a capa ao livro do Mega Ferreira ou os desenhos de ‘Florilége des Amours’ que foi o título da minha 1a. individual (devidamente assinalada numa tatuagem) 🤗
    Depois fomos namorando e descendo os Champs Élysées, passando na Place de la Concorde, pelos Jardins das Tulherias, pelo (exterior do) Museu do Louvre e até à renovada Notre Dame onde fizemos questão de esperar numa fila interminável para entrar e renovar os nossos votos ♥️
    Pelo caminho parámos num dos ‘paraísos’ de qualquer artista: uma loja centenária de materiais de Belas-Artes mas, apesar de hoje só termos caminhado 11km, decidimos regressar ao parque e jantar cedo - temos sol até às 10 da noite - passear o Boni e deixar tudo preparado para seguir viagem amanhã… o calor vai voltar a apertar por isso vamos procurar lugares mais frescos.
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  • Paris - dia 1

    June 29 in France ⋅ ☀️ 28 °C

    Hoje arrancámos direitos a Paris: o trajecto demora perto de 2h desde o parque onde estamos (que fica a cerca 80 km) foi um misto de percursos a pé, de autocarro, de comboio e de metro
    tínhamos comprado bilhetes para uma daquelas exposições extraordinárias e, por isso, a nossa primeira paragem foi a Foundation Louis Vuitton que por estes dias exibe a obra de um dos maiores escultores do séc. XX - Alexander Calder.
    Depois caminhámos até alguns dos marcos da cidade, atravessámos o Bois de Bologne para comprar um pão especial a caminho do Trocadero, onde se tem a melhor vista da Torre Eiffel, depois percorremos os Campos-de-Março e fomos até Les Invalides - com a exorbitante cúpula que encima o túmulo de Napoleão Bonaparte - e resolvemos terminar o passeio sobre o Sena, na Ponte Alexandre III.
    Assim começou a aventura do regresso: apanhámos o metro até à Gare de León onde descobrimos que houve um incidente que interrompeu a circulação dos comboios na ‘nossa’ linha; a alternativa foi apanhar um comboio que faz um percurso diferente (e que demora mais meia-hora)… mas, claro, que o que nós fizemos todas as outras pessoas tiveram que fazer também, o que resultou em comboios a abarrotar como os da linha de Sintra e tráfego automóvel intenso, o que levou a grandes atrasos na circulação dos autocarros, com gritaria (na verdade, quase pancadaria) para se conseguir entrar em algum… bom, três autocarros mais tarde lá apanhámos um, sem confusões. O Boni estava um pouco impaciente mas nada que muitos mimos e um bom passeio não resolvessem!
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  • Django Reinhardt Festival

    Jun 25–28 in France ⋅ ☁️ 38 °C

    O festival passou a correr. Foram 3 dias de música excecional e muita descontração. Tivemos um azar enorme porque no sábado cancelaram os espetáculos devido à aproximação de uma forte tempestade - vão reembolsar, claro, mas foi logo em cheio no dia do Roberto Fonseca e do Trio Rosenberg 😩. Na verdade, todos os dias houve pelo menos um concerto memorável por isso o cancelamento faria sempre mossa…
    Houve uma situação caricata: o Cédric nunca tinha visto a planta da cannabis por isso espantou-se quando, no regresso ao ‘nosso’ parque, quase dentro da localidade Grez-sur-Loing, passámos junto a uma grande plantação… que, por ter sobrevivido sem ‘saques’ da malta dos banhos no rio, deve ser erva daquela sem propriedades medicinais. 😂
    O Boni nestes dias esteve sempre bem disposto e não pareceu sofrer com o calor (acho que nós aguentámos pior); só ficava incomodado quando se acabava o tempo de ‘recreio’ e tinha que voltar à Cali. Junto ao rio estava tanta gente que alguns invadiram uma pequena courela e arriscaram partilhar o espaço com 2 vacas em pontas…
    Mas afinal no sábado não choveu para os lados do parque onde estamos (a 12 km da cidade de Fontainebleu onde decorre o festival) e a temperatura hoje já esteve bem mais amena, não ultrapassando os 25°C de máxima e sentindo-se uma brisa fresca. Ao fim do dia o céu ficou muito escuro e houve mais trovoadas secas mas não passou disso.
    Gostámos tanto deste parque que vamos ficar mais uns dias… o Boni até fez um amiguinho!
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  • Jazz em Fontainebleu

    Jun 23–25 in France ⋅ ☀️ 34 °C

    Gostamos muito deste parque, de árvores enormes e sombras amplas que nos abrigam nestes dias de tanto calor - os termómetros não baixam e as temperaturas mantêm-se entre os 25°C de mínima e os 39°-40°C de máxima… o problema é que às 10h da manhã já estão 30°-32°C e à noite é igual até perto da meia-noite 🥵
    O Boni tem aguentado bem (ou não fosse um verdadeiro gato do Alentejo) e só quer é passear de trela e conhecer paragens cada vez mais distantes da Cali. Entretanto mudámos de spot e viemos para um espaço onde temos ainda mais sombra :)
    O Cédric até já foi a banhos aqui no ribeiro da aldeia (a Patrícia não porque é muito esquisitinha com essas coisas) mas tomamos vários duches frios por dia e andamos quase sempre em fato-de-banho que seca no corpo.
    A cidade de Fontainebleu é bem maior do que pensámos (mas nem apetece conhecer porque implica andar a pé e ao sol) e tudo gira à volta da história do castelo do século XII mais tarde convertido no magnífico palácio e nos jardins que hoje acolhem o festival Django Reinhardt.
    E ontem foi o primeiro dia de música - achámos um pouco mal organizado por comparação com o festival de Marciac onde estivemos o ano passado (se calhar ainda repetimos este ano) mas foi largamente compensado pelos concertos que foram brutais… hoje o cartaz promete ser ainda melhor e no sábado e domingo é de arromba.
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  • De Clérac a Grez-sur-Loing

    Jun 21–22 in France ⋅ ☀️ 39 °C

    Tem estado mais calor em França do que em Portugal… por aqui, os termómetros já marcam os 30°C quando (antes das 9h) nos fazemos à estrada. Conduzimos até perto da hora de almoço mas a temperatura já ronda os 40°C por isso resolvemos parar num parque de auto-caravanas que fica mesmo ao lado de um pequeno lago que infelizmente, não permite ir a banhos… talvez por isso tivemos o espaço todo só para nós e deu para ficar o tempo todo à sombra e fomos tomando uns duches na mangueira exterior da Cali para refrescar até chegar o final da tarde. Já mais fresquinho conduzimos até um pouco mais a norte e fomos dormir a Val d’Issoire.
    Hoje arrancámos dispostos a enfrentar novo dia infernal de calor. O que não impediu a visita a uma pequena queijaria familiar onde comprámos uns ‘chèvres de berry’. Passámos junto a um dos castelos do Loire e em algumas localidades muito pitorescas e ‘muito francesas’. E como apanhámos vários troços de excelentes estadas nacionais e auto-estradas, conseguimos galgar o caminho que faltava até ao nosso destino, o parque onde vamos ficar até domingo. Tempo ainda para ‘borregar’ na relva à frente da Cali (que conseguimos encaixar debaixo de umas árvores altas que nos vão dar boa sombra) e para o Cédric ir até ao rio conhecer as redondezas. A Patrícia ficou a ler e a fazer companhia ao Boni ;)
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  • Torrão - Béjar - St.Lon-les-Mines

    Jun 20–22 in France ⋅ ☁️ 30 °C

    Desta vez a viagem começou no Torrão, bem cedinho para fugir ao calor. Passámos por Avis (para acabar o trabalho da viagem anterior), fizemos uma paragem ‘técnica’ para dormir uma curta sesta perto de Elvas e depois apanhámos as estradas boas de Espanha e a brandura da noite e fomos dormir a Béjar, já perto de Salamanca.
    O segundo dia foi sempre a calcorrear estradas, aproveitando o dia mais fresco e nublado (até apanhámos chuva, o que nos soube lindamente!)
    Atravessámos o que faltava de Espanha, parando para abastecer e reabastecer e, pouco depois de passarmos a fronteira para França parámos num pequeno povoado e fizemos o nosso jantar ao ar livre, junto a um parque infantil que o Boni adorou, ao som de uma trovoada seca que ameaçava mas não trazia chuva…
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    Trip start
    June 19, 2026