South Africa
Jeffreys Bay

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12 travelers at this place:

  • Day85

    19.-20.04.2019 - Jeffreys Bay

    April 20 in South Africa ⋅ 🌙 18 °C

    Der Tag heute in Jeffreys Bay, einem Surferort, war sehr entspannt und unspektakulär. Wir waren erstmal schön Frühstücken und sind dann nur zum Strand.
    Nachmittags sind wir dann noch ein wenig durch die Shops in dem Ort gegangen und haben dann nochmal gut gegessen.
    Auch ohne viel Action ein sehr schöner Tag!Read more

  • Day11

    Jeffrey's Bay: surfers town

    December 18, 2018 in South Africa ⋅ 🌬 24 °C

    3 beautiful days of evening beachruns, sunny beach days (3h = sunburn!, so actually one day was enough), shopping (in surf outlets and in one of the best cafés I‘ve been to) and of our first self made braai (= South African barbecue) in the perfectly located Island Vibe hostel at the beach.

  • Day6

    New Year in JBay

    December 31, 2018 in South Africa ⋅ ☀️ 26 °C

    Esta manhã foi dia de preguiça, levantar tarde e ir às compras. Aqui existem lojas outlet enormes de todas as marcas de surf. Claro que não tenho paciência para estas lojas enormes, nem queria gastar muito dinheiro. Mas nada como ir dar uma vista de olhos.

    Hoje era dia de surf, aliás queria que fosse o primeiro de muitos. Mas estava imenso vento e segundo a nossa anfitriã, em JBay, o tempo que estiver ás 11h da manhã será o tempo para o resto do dia.

    Portanto vamos ver as praias todos conhecidas, sem ondas, Supertubes, Tubes, Point.
    Os únicos que tiveram sorte foram os kitesurfs em Kabejoule.

    Depois do almoço no restaurante Berawa com cerveja artesanal - afinal a cerveja artesanal é muito popular aqui, até têm uma revista sazonal sobre cerveja.
    Decidimos dar uma volta no bairros dos blacks, uma vez que no dia anterior só tínhamos ficado à entrada.
    A ideia era seguir de carro. Mal entramos no bairro, começamos a ver a pobreza, estradas por alcatroar. Uma criança fez o sinal de não com a mão, será que não éramos bem vindos? Será que era um aviso ou apenas uma brincadeira?

    A verdade é que não andamos muito tempo, antes de achar melhor regressar para a zona de conforto.
    JBay está dividido em dois, do lado direito estão os blacks e a pobreza, do lado esquerdo cada casa é uma mansão. Vivia em qualquer uma delas.

    Jantamos no The Greek, onde o dono o George, tinha-nos prometido no dia anterior que nós arranjaria mesa. Falava um pouco português, porque era de Joanesburgo, onde existe uma grande população de portugueses, mais de 2 milhões fugiram de Moçambique e Angola depois do 25 de Abril.

    Comprámos mais uma garrafa de vinho no restaurante e fomos para a praia, já que as várias pessoas a quem perguntamos o que iam fazer (brancos e blacks) disseram que iam comprar bebidas e descontrair na praia.

    Foi o que toda gente fez, do lado esquerdo os brancos do direito os blacks, parecia um concurso de foguetes. Cada pessoa compra foguetes e lança quando quer. Durante quase uma hora. No final alguns fazem lutas de foguetes a atirarem-se uns aos outros, a coisa pode correr mal, apesar de só termos visto uma camisa queimada. E tudo isso sem música, porque os brancos não ouvem música.
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  • Day5

    Jeffreys Bay - Kitchen Windows

    December 30, 2018 in South Africa ⋅ ☀️ 24 °C

    Hoje é dia de seguir para Jeffreys Bay.
    Fizemos uma escala em Joanesburgo para apanhar o segundo avião, num aeroporto enorme, senti-me na Europa.

    Aterrámos em Port Elizabeth as 15h30.
    Apanhámos o carro alugado na Avis, onde nos convenceram a fazer um upgrade para o seguro premium, com direito a um dispositivo que funcionaria activamente em caso de acidente, ou seja, com um detector de impacto. Se houvesse um acidente seríamos automaticamente contactados. Adicionalmente, tínhamos um "panic button", seria só carregar 5 vezes no botão do on do telefone, para sermos socorridos, em caso de Carjacking, por exemplo.

    Bora lá pagar, nunca se sabe, dizem que este país é muito perigoso. Cape Town foi em 2017 considerada a cidade mais perigosa de África do Sul.
    Só não explicaram que tínhamos que ter dados móveis, por isso nada feito, se estivermos em perigo, temos que ligar o Bluetooth, a localização e os dados de roaming antes de carregar no panic button.

    Chegámos já ao final do dia a JBay, as estradas até lá, são largas, limpas, as casas à beira das estradas fazem me lembrar os Estados Unidos.

    Descemos do nosso alojamento até à praia, na zona de restaurantes, onde marcamos jantar para as 20h no Kitchen Windows.
    Este restaurante, tal como esta praia têm este nome, porque os surfistas tinham as cozinhas viradas para o mar, onde podiam controlar as ondas através de pequenas janelas.

    Afinal aqui é verão e calhamos nas férias dos Sul Africanos, está tudo cheio. Cheio de brancos, loiros, aliás todos os restaurantes estão cheios mas só com brancos, na rua só andam brancos.

    Continuamos a andar e na praia só estavam brancos também. Quando de repente passamos a zona dos restaurantes e das lojas, éramos os únicos brancos. O blacks jogavam a bola e fazia churrascos. Para mim foi um choque, ver esta divisão. É como se houvesse uma barreira invisível que todos respeitam.

    Depois do jantar, o empregado acompanhou nos parte do caminho, não sei se porque tinha vontade de falar ou se era para garantir que chegávamos bem.
    Falou-nos da revolta que tinha relativamente ao governo que como quase todos rouba muito e pouco faz pelo povo, não há hospitais públicos aceitáveis, os seguros de saúde estão acessíveis a muito pouca gente. A colega dele tinha, poucas semanas antes, passado 72horas no hospital com uma criança de 4 anos para resolver um problema qualquer de saúde.
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  • Day57

    Jeffrey's Bay

    June 19 in South Africa ⋅ ☁️ 25 °C

    Der Roadtrip geht weiter. Heute ist unser Ziel Jeffrey's Bay. Dies ist (wie der Name schon vermuten lässt) eine weitere Küstenstadt in Südafrika. Jeffrey's Bay ist vor allem für gute Wellen bekannt (vor allem im Winter) und ist daher bei Surfern ein beliebtes Reiseziel bzw. ein Muss. Wir sind zwar keine Surfer bleiben aber trotzdem zwei Nächte dort.
    Bevor wir aber in Jeffreys Bay ankommen machen wir noch einen kurzen Zwischenstopp in Port Elizabeth. Unser Auto stellen wir in einem Parkhaus ab und erkunden dann zu Fuß etwas die Großstadt. Leider ist es uns nicht möglich an den Strand zu kommen, sehen aber den Hafen (Port von Port Elizabeth). Sonst hat die Stadt nicht viel zu bieten und so fahren wir nach 2h Aufenthalt weiter. Unsere Unterkunft hier ist ein Traum: direkter Blick aufs Meer von unserem eigenen Balkon.
    Auch den Sonnenaufgang am nächsten Morgen können wir von unserem Zimmer aus sehen. Einfach nur schön!
    Den Donnerstagvormittag verbringen wir damit das kleine Küstenstädtchen etwas zu erkunden und am Strand entlangzulaufen. Nach ca. 3km erreichen wir den Dolphin-Beach (das Surfparadies). Am Vormittag sieht man hier ganz viele Surfanfänger. Auch wir beschließen, surfen zu lernen (wenn nicht in Jeffrey's Bay surfen lernen wo sonst?).
    Um 14 Uhr geht die Surflession los. Erst bekommen wir eine Einweisung am Strand (im Trockenen) bevor es dann in die Wellen geht. Anfangs ist es noch sehr schwierig alles zu koordinieren: aufs Board schwingen, die richtige Welle abpassen, zum richtigen Zeitpunkt anfangen zu paddeln und dann noch den perfekten Moment zu finden bei dem man sich vom Board abdrücken muss. Nach ein paar Versuchen schaffen wir es dann auf dem Board zu stehen und auf der Welle zu surfen. Ein unglaublich tolles Gefühl!
    Wir werden das auf der Reise bestimmt nochmal ausprobieren.
    Abends gehen wir dann noch in einem Restaurant essen. Es sitzen dort nur Weiße- auch bedient werden wir nur von Weißen! Irgednwie schon ein bisschen verrückt- in Tansania wäre das nie vorgekommen. Das Essen war auf jeden Fall lecker und auch das Unterwegssein im Dunkeln hat sich nicht unsicher angefühlt.
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  • Day100

    Delfin - bist du es?

    March 12, 2018 in South Africa ⋅ ☀️ 24 °C

    Eine ganz normale Surfstunde - dachten wir.
    Luc ist am Strand geblieben und hat den Anfängern die Gegebenheiten von dem Surfspot erklärt. Nabiyu, Sören, Toni, 2 Gäste und ich sind schon ins Wasser gegangen, die drei (T, S, N) waren etwas schneller und sind dahin geaddelt wo die größeren Wellen brechen. Ich war auch schon auf dem Weg dorthin, dachte mir dann aber noch 'bleib erstmal hier und bekomme ein paar Wellen und geh dann später zu denen', ich war also dort wo die etwas kleineren Wellen. Hatte auch eine  gute Welle bekommen. Und erzählte einem von den Gästen davon, dass gestern beim Surfen ein Delfin ganz kurz neben uns hochgekommen ist und man nur die Flosse und den grauen Rücken sah und ich dort im ersten Moment dachte, dass es sich um ein anderes Geschöpf handeln könnte.
    Kurze Zeit später schaute ich zu den dreien, die etwas weiter draußen waren, die paddelten alle drei nebeneinander und Sören hatte ein Handzeichen gegeben, was ich nicht richtig deuten konnte, kurz darauf sah ich, dass er zum Strand zeigte und 'raus, raus, Hai' rief.
    Ich schaute zum Strand, keiner machte irgendwelche Andeutungen, dass es sich um einen Haialarm handelte, mein Herz pochte ganz schön stark und ich gab alles um zum Strand zu kommen.
    Jedenfalls waren die drei draußen, Sören lag auf seinem Brett als er einen Schatten unter sich bemerkte, ein ca. 3 Meter großer weißer Hai ist ca. 40 cm unter seinem Brett hergeschwommen, Toni hat ihn auch gesehen und als Nabiyu sich zu denen umdrehte sah er die Flosse aus dem Wasser gucken, die gefährliche Zacken hatte. In sollen Situationen soll man ruhig bleiben, wenn man wild los paddelt sehen die einen als Beute und tauchen ab und greifen von unten an, solange man ihn sieht sei man sicher :D
    Es ist zum Glück niemanden was passiert. Ein paar Profis sind einfach weiter gesurft, die hat das nicht interessiert. Auch ziemlich mutig.
    Seitdem war ich nur noch einmal im Wasser, was aber hauptsächlich mit den schlechten Konditionen zu tun hatte. Auf dem Board hab ich mich sicher gefühlt, aber sobald ich runter gefallen war, hatte ich etwas angst. Auch dass man auf dem Board liegt, ins Wasser schaut und nicht weiß was unter einem ist, ist sehr beunruhigend.
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  • Day4

    J-Bay

    November 4, 2018 in South Africa

    Nach über zwei Monate regnete es endlich wieder in Südafrika. Die Einheimischen waren indes überglücklich.
    Für uns ging die Reise weiter nach Jeffreys Bay oder auch J-Bay genannt. Ein kleines Surfer-Dorf. Unterwegs sahen wir eine Schildkröte auf der Hauptstrasse und hielten kurzerhand an und brachten sie auf die andere Strassenseite.
    In Südafrika ist einem die Natur sehr nah und man versucht sie, so gut es geht, zu schützen.
    Mit einem Bärenhunger gingen wir in das erste Café und wir wurden nicht enttäuscht. Der Kaffee schmeckte himmlisch und unser Frühstück war unglaublich köstlich.
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You might also know this place by the following names:

Jeffreys Bay

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