Be Kyan

Joined October 2016
  • Day9

    Barcelona

    September 15 in Spain

    Dormimos pouco, ás 7h da manhã já o sino da igreja mais próxima tocava e pouco depois levantavamos nos para apanhar o voo de volta com escala de 7h em Barcelona.
    Felizmente as malas seguiram para o porão. Chegados a Barcelona, seguimos de táxi para o bairro gótico, para a Bodega Vasconia, um pequeno restaurante de tapas, muito concorrido. Esperámos pelo menos meia hora para nos sentarmos, mas valeu a espera.
    Não sei se foi do cansaço mas saímos do restaurante só com duas cervejas em cima, mas já alegres e fomos parar a uma praça para beber um mojito, acompanhado por dois brilhantes músicos de rua.
    Um dos turistas da mesa ao lado, aproveitou a música para pedir a namorada em casamento, estranhei porque pelo que percebi namoravam há 4 semanas, mas toda a encenação comoveu-me e possívelmente o cansaço e a bebida ajudaram ao ponto de verter umas lágrimas. Era muita emoção.

    Voltámos para o aeroporto, mais uma cerveja. Quando cheguei ao avião adormeci.
    Acordei com o Valentim a dizer - me que tínhamos chegado a Lisboa. Pelos visto dormi tão profundamente que nem senti o avião a levantar voo e aterrar.
    Saímos do avião e apesar da insistência de todos em ficarmos à porta do avião, eu segui caminho. Só queria ir buscar as malas e ir para casa. Andei sem olhar para trás e foi só quando o Ricky me ligou a dizer para ver em que língua estavam as placas é que realizei que não tinha saído de Barcelona. O nosso avião teve uma avaria e tínhamos que mudar de avião.
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  • Day8

    Zagrebe, Croácia

    September 14 in Croatia

    Depois de 2h30 de carro chegamos a Zagreb, já era de noite.
    O proprietário da casa alugada no airbnb chegou um pouco atrasado e já muito alegre, mas foi a melhor recepção que tivemos.
    Com um humor muito particular, levou-nos para uma adega, para começar a visita da casa a beber uma rakia (aguardente croata).
    Pouco tempo depois já nos estava a contar histórias do início da relação com a atual namorada.
    Na Croácia, podes comprar um bilhete para ir a um cinema surpresa. Só quando começa o filme é que sabes o que vais ver. No segundo encontro com a namorada calhou-lhes o filme Hostel, o melhor filme para um encontro romântico.
    A visita da casa já foi a chorar a rir.
    -Aqui está a máquina de lavar, normalmente é usada para quando as nossas roupas estão sujas como as minhas.
    -Este qr code permite-vos ter a password da internet, mas também terão acesso a um site onde me poderão ver todo nu...
    -Agora que acabarão de me imaginar todo nu com esta barriga, vou me embora porque já não tenho credibilidade.
    ...
    Jantamos no Ribace I Tri Tockice, recomendo pelo nosso anfitrião.
    Depois de uma pequena volta ao centro, seguimos para uma discoteca de hip hop, a Opera. O único problema é que os croatas e as croatas são tão altos que quando a pista encheu, ficou um boraco no meio com os 4 portugueses. Eu senti-me quase anã.
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  • Day8

    Plitvice

    September 14 in Croatia

    Plitvice, possivelmente o parque natural mais encantador que já alguma vez visitei. São quilómetros de extensão de lagos ladeados de cascatas de todos os tamanhos, com passadiços de madeira a sobrevoar a água límpida no meio de uma paisagem com uma vasta gama de verdes, intensificados pelos seus reflexos na superfície dos lagos.

    Optámos sem grandes critérios por entrar pela entrada 2, o percurso escolhido de 2 a 3 horas começa com uma travessia de barco, antes de começar um percurso perdeste cuja a volta seria efetuada de autocarro.
    A única coisa que tenho pena é que na primeira parte do percurso, a afluência de pessoas obrigava-nos a parar muitas vezes, até porque a cada passo temos mais uma cascata para digitalizar através das nossas cameras.

    Felizmente existe um percurso circular mais pequeno, escolhido pela maioria das pessoas, por isso depois da nossa pausa para comer já pudemos caminhar a vontade.

    Só no final do percurso é que descobrimos que a Big waterfall, a maior cascata do parque ficava mais perto da entrada 1, pelo que no final do nosso percurso, seguimos de carro para a outra entrada para fazer uma caminhada de 15 min até à big waterfall. Vale tanto a pena, mesmo que estejamos no verão e que as cascatas já não têm muita água, só dá mais vontade de voltar na Primavera com as águas da neve a derreter nos rios, aumentando o caudal.
    Este parque custa 20 euros, mas se fosse mais também pagaria.
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  • Day7

    Zadar, Croácia

    September 13 in Croatia

    Eram 18h quando decidimos seguir para Zadar, pelos vistos um dos melhor sítios da Europa para ver o pôr do sol. Tínhamos pouco tempo para lá chegar e de qualquer forma o céu estava a ficar encoberto, mas queríamos ouvir o Órgão do Mar. Um concerto natural do mar quando bate num conjunto de rochas com formatos diferentes, produzindo um som semelhante a um didjeridu. O sol se pôs e nada vimos, apenas o céu cinzento, já estávamos a ir embora quando por dois minutos o céu iluminou-se, como raios a rasgar o céu antes de ficar escuro. Foi o suficiente para nos dar vontade de vermos mais.
    Jantamos no Konoba Proto, depois de meio hora de fila e todos com a bira da fome. O jantar foi excelente, mas no final quase que pedíamos o livro de reclamações porque não nos deixaram pagar em separado com cartão, supostamente regras croatas.
    Ainda fomos dar um pezinho de dança antes de voltar para casa.
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  • Day7

    Krka

    September 13 in Croatia

    Para compensar o dia de ontem, acordamos bem cedo para ver visitar os monumentos de Split, antes de seguir caminho para o parque natural de Krka.
    Hoje, viemos todos com um apontamento africano, com os panos que o Ricky tinha trazido de Moçambique. Viemos a dar tudo.
    Apanhei logo um susto pela manhã quando fomos comprar os bilhetes para os monumentos, não tinha o telemóvel. Fui a correr para o carro, nada. Fui a correr para o primeiro sitio onde parámos para tomar o pequeno almoço, onde mal nos tínhamos sentado porque o pão ainda não tinha chegado. Perguntei à empregada pelo meu telefone, que me respondeu: No sorry. Quando virei as costas, derrotada a pensar, ouvi atrás de mim: yes, yes yes. Não percebi o que era, tive que voltar a perguntar e só quando ela me mostrou o telefone é que relaxei e respirei fundo. Tenho sempre uns sustos destes nas viagens.
    Resumindo Split, fomos embora um pouco desiludidos, depois de Dubrovnik e Kotor, esta amostra já não tem o impacto esperado. O ponto alto foi o Faban ter pedido que o Sporting fosse campeão à virgem Maria na Cripta.

    Passado de uma hora e pouco, chegamos pela entrada de Lozovac, ao parque natural da Krka conhecido pelas suas 7 quedas de água. Optámos por seguir a pé em vez de apanhar o autocarro, para chegar ao primeiro percurso pedestre junto ao rio Krka. É um percurso agradável por cima de braços do rio passando por um moinho em funcionamento , até chegar a cascata Skradinski Buk. Vale a pena o percurso, mas sendo um muito turístico, a multidão estraga um pouco a beleza do sítio e tendo em conta as pedras do rio não podemos mergulhar ou nadar à vontade. Temos que descer e andar no rio com muito cuidado para não nos aleijarmos.
    Fomos visitar mais duas cascatas (Roški Slap e Manojlovački Slap) que apesar de estarem mais longe ou de mais difícil acesso, tornam-se mais bonitas por não terem quase ninguém. O único problema é que não se pode tomar banho.
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  • Day6

    Split

    September 12 in Croatia

    Este dia foi quase perdido. Perdemos quase 3 horas á espera do ferry. O carro que estava atrás de nós, que ainda deixámos passar à nossa frente tinha sete pessoas, perderam todas o avião. Nunca se dorme numa ilha num dia de voo.
    Dormimos a viagem toda de ferry e só chegámos à cidade velha de Slpit eram quase 17h. Já não dava para visitar nada. Fomos então fazer um passeio de barco para ver alguns pontos relavantes e um pôr do sol, com direito a vinho.
    O guia pouco sabia do que falava, dizia duas frases em cada sítio agitando os braços para dar mais ênfase ao pouco que dizia. Mostrou-nos as praia mais importantes de Split, nada comparado com as nossas lindas praias portuguesas, a casa do antigo presidente Tito, o estádio de football visto de bem longe e o antigo cemitério.
    Na parte de cima do barco só estávamos nós e uma miúda que viajava sozinha, esteve a viagem toda a fazer poses e rebolar de uma forma provocante sobre o chão, entretendo-nos.
    O vinho que nos deram tinha um terço de vinho para dois terços de água, tivemos quase para pedir a receita à saída do barco.
    Depois de jantar no "Banana Split", fomos só beber um copo numa praceta agradável da cidade velha e seguimos para casa para acordar cedo no dia seguinte.
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  • Day5

    Hvar

    September 11 in Croatia

    Depois dos copos de ontem, só ao meio dia é que conseguimos estar no centro da vila para alugar um barco.
    É o primeiro sitio que visito e dão te um barco para as mãos sem teres qualquer tipo de experiência com barcos. Depois de 5 minutos de explicação, estás pronto para andar de uma ilha para a outra, atracar, ancorar, etc...
    A verdade é que estive eu e o Valentim a guiar barco de um lado para o outro sem qualquer problema. Foi a melhor coisa que fizemos, tínhamos 6 horas pela frente para explorar algumas ilhas junto a Hvar, são várias ilhas pequenas, com muitos sítio para ancorar e dar um mergulho, ou fazer snorkeling.
    Logo na primeira vez que lançámos a âncora, achámos que a corda não estava presa ao barco e lá vai o Ricky, o nosso salvador, mergulhar com os óculos era perceber que a corda estava presa por baixo do barco. Noutra praia, os meus óculos de sol caíram a água, mas só demos conta quando o nosso salvador, tirou a t-shirt a alta velocidade e mergulhou, como um nadador salvador numa missão de resgate. Não encontramos os óculos, mas mesmo que os tivéssemos encontrado, era demasiado fundo para os ir buscar.

    Na volta, conseguíamos ver um incêndio por cima de Hvar já com uma largura significativa, felizmente chegaram 3 canadairs, em 15 minutos apagaram o fogo. Uns atrás dos outros, em círculos iam buscar água ao mar e largavam a água por cima do fogo, 15 min depois foram-se embora, estava tudo resolvido.
    Portugal devia aprender com estes senhores a apagar fogos.

    Antes de jantar num restaurante de comida mais tradicional, ainda deu tempo para ver um belo pôr do sol no Hula hula.
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  • Day4

    Hvar

    September 10 in Croatia

    Supostamente, iríamos acordar e seguir para Hvar, mas preferia fazer a muralha de Dubrovnik e seguir para a ilha de Hvar um pouco mais tarde.

    O Ricky e o Faban preferiam ficar em terra, por isso fui com a Valentim fazer a muralha. É verdade que o preço de quase 20 euros não é aliciante, mas ir a Dubrovnik e não fazer a muralha é visitar Lisboa e não ir a Belém.

    A muralha da antiga República de Ragusa tem aproximadamente 2km, mas com o calor parece muito mais, mas vale muito a pena pela perspectiva que tens da cidade e das ilhas a volta.
    Passado de uma hora e meia estávamos a dizer adeus à antiga capital da República de Ragusa, o interior das muralhas onde moravam 5000 habitantes, durante os seus anos de prosperidade, entre o século XIV e XIX.
    Esta zona do país que se juntou posteriormente á Croácia está separada do resto do país, o que nos abrigou a fazer uns km na Bósnia para seguir um pouco mais a norte para a ilha de Hvar.
    Foi com muita sorte que entramos em último lugar no ferry que seguia para a ilha. Por mais uns segundos de atraso na fila da bilheteira, teríamos que esperar mais duas horas para apanhar o próximo barco.

    Depois de meia hora de barco tínhamos mais de 50km nesta ilha com menos de 5km de largura, mas toda ela desenhada sobre o comprido. Na realidade foram quase 5 horas de viagem para chegar a Vila de Stari Grad, esta vila que foi nomeada dos melhores destinos a viajar na Europa, ficou muito aquém das expectativas. É conhecida também pelo pôr do sol mas só deve ser numa altura específica do ano, em que ele se põe no mar em vez de se esconder a atrás de uma ilha.

    Chegámos a Hvar já de noite, para fazer o check-in, ir jantar a um restaurante croata, o Junior e sair nesta cidade que supostamente tem uma noite memorável. Ou estamos velhos ou como já não é época alta, está tudo meio morto, as 2 da manhã já estávamos em casa.
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  • Day3

    Kotor, Montenegro

    September 9 in Montenegro

    Kotor, mais uma vila mediaval lindíssima, à beira mar, com montanhas à volta e uma muralha de mais de 4 km que sobe alto nas montanhas.

    Depois de mais de duas horas de caminho, algum trânsito na fronteira para Montenegro e uma entrada em grande pela zona dos pesadas que nos obrigou a fazer inversão de marcha num sentido único na fronteira, recebi mais um carimbo no meu passaporte.
    Almoçamos no centro da mediaval e subimos a muralha sem o Ricky que preferiu ir dar um mergulho em vez de suar em bica numa subida íngreme sem sombra com mais de 33graus, para ver uma vista única da vila e tirar uma fotos. Parte da descida tive que a fazer descalça porque já estava a ficar com bolhas por causa dos chinelas.
    Ao contrário de Dubrovnik está cidade cheira a merda de gato, são centenas de gatos abandonados por toda a parte e aliás é um símbolo da própria cidade.

    Por volta das 17h, seguimos a correr para Budva a meia hora de Kotor, na expectativa de ver o pôr do sol. Foi uma visita relâmpago, chegar, entrar na vila mediaval, tirar umas fotos com o sol que se escondia atrás da montanha e principalmente beber uma cerveja numa zona sossegada junto às muralhas, provavelmente o melhor momento em Budva.

    Na volta, jantámos em kotor e ainda apanhamos um susto antes de chegar à fronteira porque estávamos em excesso e a polícia mandou nos parar, mas felizmente apenas pediram nos para abrandar. Mas valeu o ataque de riso na fronteira, porque com a noite, a polícia só conseguia ver 3 pessoas no carro, o Ricky estava de boca fechada.

    Desde 2006, que Montenegro declarou a sua independência à Sérvia e apesar de não fazer parte da união europeia, pediu a moeda emprestada. Desde então ainda não definiram a sua própria moeda.
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  • Day2

    Dubrovnik

    September 8 in Croatia

    São 23h, estamos acabados, os 200 degraus que subimos para chegar a casa ainda nos cansou mais.

    Depois de deixar as coisas em casa, ás 14h fomos dar um mergulho na praia mais proxima. Aliás não era bem uma praia, era um conjunto de rochas onda dava para mergulhar e fazer snorkeling, para ver poucos peixes mas muitos ouriços do mar.

    Seguimos para a cidade velha de autocarro, foi uma agradável surpresa, tudo me fez lembrar Game of thrones, porque será? É uma cidade dentro de muralhas sem carro, com centenas de recantos agradáveis e ruas estreitas com o cheiro do amaciador dos lençóis pendurados nas janelas. Oficialmente moram 850 pessoas mas acredita-se que são muitos menos, porque as casas estão quase dedicadas ao airbnb. Na realidade, não é cómodo viver permanentemente aí, uma vez que não se pode entrar de carro e à volta da muralha é muito difícil estacionar.

    Uma vez que King's Landing é representado pela cidade velha de Dubrovnik desde a season 2, todos os anos durante o inverno as filmagens da série fazem parte do dia-a-dia dos locais, onde eles próprios participam muitas vezes como figurantes. Por isso não podia faltar um tour sobre esta temática, que acaba no Walk of Shame. Onde pelos vistos muitos turistas mais ou menos bêbados tentam recriar a cena completamente nús.

    Fomos ainda visitar a War Photo Limited gallery, um pouco à pressa infelizmente porque queríamos ir ao tour.

    Ainda não sei o que é tipico aqui porque ao almoço comemos mexicano e ao jantar comemos vegan num excelente restaurante, o Nishta.
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