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  • Day13

    Back home

    October 5 in Iceland ⋅ 🌬 7 °C

    O Seabra voltou com uma nova alcunha: Fairy. Acordava uma hora mais cedo do que nós todos os dias, lavava sempre a loiça e preparava o pequeno almoço para todos para nos tentar convencer a acordar também.

    O Ricky comprou os ténis para caminhada e chuva na Decathlon que só usou 2 ou 3 vezes porque lhe estragava o estilo. E como não encaixa na sua colecção de 60 ténis, deixou-os na Islândia.

    Demorámos 16h a chegar...
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  • Day12

    Reykjavik

    October 4 in Iceland ⋅ ⛅ 8 °C

    Não há propriamente muita coisa para ver em Reykjavik, mas é sempre interessante fazer uma free tour e conhecer um pouco da história do país.

    Antes do Século IX, quando os noruegueses desembarcaram nesta ilha, ela era completamente desabitada e mais de 40% das terras era coberta por árvores. Com a construção dos barcos e as ovelhas que foram trazidas, hoje em dia, menos de 10% tem árvores.

    No Século XIV, ficaram dependentes da Dinamarca. A independência só aconteceu na primeira guerra mundial com a ajuda dos americanos que instalaram uma base militar no atual aeroporto de Reykjavik.

    O símbolo da cidade é baseada numa lenda viking, mas na realidade a sua localização deve se ao facto de ser a zona do país mais calma em termos de temporais.

    Uma curiosidade dos islandeses é que eles não têm nomes de família, eles vão ser "filho de Jon" ou "filha de jon" como último nome, sendo Jon o primeiro nome do pai.
    Mas tem o registos de todas as pessoas e relações parentais que houve, desde o século IX:
    https://people.howstuffworks.com/culture-tradit…

    Inicialmente as casas eram feitas de pedra. Mais tarde, devido ao isolamento, passaram a ser de madeira com alumínio em cima para proteger a madeira. Agora devido a um incêndio que houve em Reykjavik passaram a ser de betão. No entanto, mantiveram o alumínio.

    Devido à energia geotérmica, a electricidade é super barata e apenas usam 5% do que é produzido. Até aquecem as estradas e passeios com canais de água quente que passam por baixo, para não terem que passar com limpa neves no inverno. A maior indústria é de alumínio, não porque têm como recurso natural, mas porque é necessário muita electricidade para produzir.

    À tarde passámos no museu punk antes de seguir para as minhas aulas da faculdade.

    No final das aulas ainda deu para ver o final dum concerto.
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  • Day11

    Blue Lagoon

    October 3 in Iceland ⋅ ☁️ 9 °C

    Os bilhetes para a Blue Lagoon já estavam reservados desde o início da viagem. Na verdade, queríamos ter vindo cá no primeiro dia de viajem mas os bilhetes estavam esgotados.

    É uma piscina de água termal, azul clara ou quase branca. Uma cor nada comum. Parece até parece resultado de aproduto químico. Pela manhã, o sol a brilhar sobre a lagoa fumegante dava um ar místico.
    Temos direito a uma bebida e uma máscara facial.

    Almoçamos em Reykjavik, mas infelizmente durante a tarde não conseguimos visitar grande coisa por causa da chuva.

    Hoje a Raquel e o Seabra fazem 7 anos de casamento, por isso fomos festejar este dia no Fish Market. Escolhemos o menu degustação, infelizmente ficamos um pouco desiludidos. O vinho branco veio quente e não havia meio de ter gelo suficiente para arrefecer. Por isso passamos para o tinto, no final ou por esquecimento ou para se redimirem só puseram uma garrafa na conta para compensar.
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  • Day9

    Stykisnolmur

    October 1 in Iceland ⋅ 🌧 8 °C

    Hoje passámos mais tempo na estrada, também foi o primeiro dia que jantámos fora. Comemos um hambúrguer e uma cerveja e pagámos 40 euros.

    Saímos do chamado Golden Circle para ir para a península, mas estava um dia escuro e chuvoso. Apesar disso a beleza deste país não pára de surpreender.

    Já na península oeste, passámos na praia Ytri Tunga, uma praia de areia pretas e rochas, onde se podem ver focas quase em permanência.

    Parámos em miradouros e cascatas antes de chegar a Stykisnolmur, onde ficamos para jantar. Um vila bem típica islandesa.
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  • Day8

    Secret lagon

    September 30 in Iceland ⋅ 🌧 8 °C

    A primeira paragem foi na Secret Lagoon, uma piscina natural de água termal a 40 ou 50 graus, que contrastam com os 8 graus que estão na rua.

    À tarde fomos ver uns gêisers de mais de 30 metros, umas nascentes eruptivas com água cristalina a 100 graus que de vez em quando explodem.

    Como não podia faltar uma visita a uma cascata, fomos a Gullfoss, mais uma cascata, incrível, imponente no meio de uma garganta. Mas o facto de estarmos no Golden Circle possivelmente mais turístico do que o resto da Islândia, torna o local mais mainstream.

    Antes de recolher, fazer o jantar e jogar às cartas ainda fomos ver o pôr do sol a Pingvellir, um parque natural com o maior lago do país.
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  • Day7

    Haifoss

    September 29 in Iceland ⋅ 🌧 10 °C

    Foi um dia bem chuvoso. Durante a manhã quase ninguém saiu do carro, parávamos apenas para tirar fotos dentro do carro.

    Fizemos uma primeira paragem em Gidjadja, uma gruta gigante com uma abertura em forma de Yoda.

    Na famosa Reynisfjara beach, fui a única corajosa a enfrentar a chuva. Uma praia de areia preta com grutas formada por milhares de colunas de rocha em forma de hexágonos.
    O problema foi que fiquei com o casaco molhado o resto do dia.

    À tarde o tempo foi melhorando, conseguimos visitar mais uns pontos importantes antes de chegar a Haifoss. Provavelmente o nosso top das cascatas na Islândia. Aliás não é apenas umas cascata, são várias cascatas a cair numa garganta funda e preta, num ambiente místico de final de tarde.
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  • Day6

    Diamon Beach

    September 28 in Iceland ⋅ ☁️ 7 °C

    Pela manhã fomos passear à Diamon beach. Uma praia de areia preta com blocos de gelo que descem do glaciar. Mesmo acima o lago Jokulsarlon com os seus icebergue e as focas a darem um ar da sua graça criavam um cenário de outro mundo, memorável.

    À tarde fomos fazer uma caminhada em Skaftafell para ver a cascata de Svartifoss, que nos faz lembrar os cenários de Game of Thrones.

    A partir das 17h, estava a assistir às aulas da faculdade online por isso não saí mais do carro, ainda fizemos mais duas paragens antes de chegar a casa. Uma casa minúscula, sem quartos e eu agarrado as aulas até as 21h30, tal como no dia anterior.
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  • Day5

    Hofn

    September 27 in Iceland ⋅ ⛅ 9 °C

    Hoje é a primeira noite que vamos ficar na mesma casa, não há check-out e não há pressa para sair de casa.

    Já saímos tarde para Hofn, almoçamos no Pakkhus comida local. Comi um delicioso bacalhau fresco, a desfazer-se na boca.
    Demos uma volta por Hofn, com vista para o glaciar. Sem vento, não faz tanto frio.

    Fomos ao super para fazer as compras para os próximos 3 dias e seguimos caminho.
    Passámos por Hoffell, outro acesso direto ao glaciar, mas desta vez conseguimos passar porque tínhamos um 4×4. Foram 4km em cima de uma estrada cheia de pedras.

    Hoje tivemos que voltar mais cedo para casa. As minhas aulas da faculdade começavam as 17h daqui. Tive que fazer a primeira parte da aula no carro e só acabei as aulas às 21h30. Infelizmente tive que fazer um trabalho da faculdade que só acabei a 1h da manhã. Jantámos uma massada de salmão incrível que o Valentim fez, nunca falha.
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  • Day4

    Glaciar

    September 26 in Iceland ⋅ 🌬 1 °C

    Hoje tínhamos organizado um tour para visitar grutas de gelo no meio do maior glaciar da Islandia e da Europa, Vatnajokull.
    Fizemos uns 200km, almoçamos à pressa e chegamos lá com 10 min de atraso. Não estava ninguém. O tour tinha sido cancelado na noite anterior e eu não tinha visto.

    Fizemos uma paragem no lado de Fjallsarlon. Um dos lagos que faz fronteira com o glaciar, com blocos de gelo a flutuar.
    Quase que consigo ver os White Walkers do outro lado. Um cenário completamente surreal, parece que foi desenhado para um filme.

    Na paragem seguinte, para ver outro lago, o vento era tão forte que quase nem conseguíamos ficar de pé durante as rajadas. Nem foi possível fotografar ou ver o lago porque o vento de frente mandava areia e pedras para a cara.

    Chegado ao Lago Jokulsarlon, com os seus icebergue flutuantes, o vento estava um pouco mais calmo, ainda assim não dava para ficar muito tempo fora do carro.
    Um pouco antes das 17h estamos a chegar a casa onde íamos dormir. Um chalé no meio do nada com um vista para o mar e uma cascata de mais de 100 metros nas traseiras numa aldeia minúscula chamada Reynivellir.

    Ainda bem que chegámos cedo, logo a seguir fecharam a estrada pela qual viemos devido ao vento, vento esse que pode virar um carro. A nossa casa também não estava pronta porque os lençóis vinham de Hofn e a estrada estava cortada desde o início do dia.
    O concelho é "fiquem calmos, não se aventurem". Felizmente a nossa aldeia era muito abrigada, ficámos no carro a ver o pôr do sol, a jogar ao stop, à espera de ter a casa pronta.

    A meia noite ainda fomos presenteados com uma ligeira aurora.
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