Vietnam
Phường Hà Tu

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35 travelers at this place:

  • Day66

    Bai Tu Long Bay / Halong Bay ☀️

    January 9, 2018 in Vietnam ⋅ ☁️ 11 °C

    Mit dem Schiff sind wir für 2 Tage (inkl. einer Übernachtung an Board) durch die Halong Bucht gefahren - es war so schön! 😍

    Aufzuwachen mitten im Meer, umgeben von tausenden Kalksteininseln und smaragadgrünem Wasser - ein Traum! 🛳

    Ein weiteres Highlight war der Ausflug mit dem Kayak (siehe Video) - wir haben ordentlich gepaddelt und hatten jede Menge Spaß! 🚣‍♂️🚣‍♀️

    Es herrschte eine unglaubliche Stille auf dem Meer und wir waren so beeindruckt von der wunderschönen Landschaft. 😍

    Durch das übliche Touri-Programm (Besuch einer Austern-Farm und einer Tropfsteinhöhle) mussten wir leider auch durch .... 😁

    Da wir aber die Bai Tu Long Bay Tour gewählt haben, waren wir nicht von allzu vielen Touristen und Booten umgeben (bei der klassischen Halong Bay Tour soll das wohl ganz schön extrem sein ....👎).

    Die Zimmer auf dem Schiff waren sehr geräumig und super ausgestattet (sogar mit Massagedusche 😁) - man hat sich wie in einem Hotelzimmer gefühlt. 🛏

    Das Einzige was während der Tour gefehlt hat war die Sonne ☀️ - es war leider sehr frisch und etwas neblig (aber geregnet hat es zum Glück nicht 😎).
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  • Day4

    Cat Ba - Ha Long Bay

    April 20 in Vietnam ⋅ ☀️ 29 °C

    No segundo dia de Cat Ba, marcámos com o senhor do Homestay um "pacote integrado" de viagem de barco pela baía de Ha Long Bay, ligeiramente reduzido a nível temporal, visto que tínhamos viagem marcada de camionete para Tam Coc as 15h.
    Chegados à baía, embarcámos num barco grande com um rooftop genial com espreguiçadeiras e sombrinha para as horas da tosta, onde acabámos por passar a maior parte do tempo. Os nossos companheiros de cruzeiro eram variados e embora tenhamos tido o infortúnio de ser acompanhados por um rebanho de adolescentes irritantes chineses, todos emproados com vestidos e trajes amarelos e maquilhagem com fartura, também conhecemos um casal de franceses muito porreiro, entre outros.
    A viagem foi inacreditável desde o início... :) É mais que justo considerar esta baía gigantesca uma das 7 maravilhas da humanidade. Navegamos pelo mar meridional da China, azul esverdeado, bastante opaco, rodeados de formações rochosas gigantescas como que semeadas ao Deus dará pela água, cada uma diferente mas sempre coberta de vegetação, imponente, formando um labirinto que efetivamente faz lembrar um dragão que vive mergulhando entre estas águas. Por algum motivo nenhum país conseguiu invadir o Vietnam por esta baía... A configuração torna impossível que um barco inimigo consiga penetrar por entre estas rochas.
    Em suma, não consigo encontrar palavras suficientemente claras para descrever a magnificência desta baía. Como diz o outro... "É vir e ver" ;)
    Ao longo do percurso, também nos deparámos com dezenas de aldeias flutuantes onde famílias vivem em casas de madeira assentes em plataformas de madeira, com redes de pesca e todos os pertences: estendais, televisões, satélite, mesas de jantar e tudo mais a que têm direito, felizes, acenando aos turistas nos barcos, e fazendo os seus afazeres diários. Até uma mercearia flutuante a Sofia viu (kudos para a foto XD)
    Muitas das rochas têm praias mais ou menos pequenas, algumas com cabanas, que dão vontade de abandonar toda a vida moderna e ficar ali na paz do Pacífico. :)
    A meio da viagem o barco fez uma paragem,onde aproveitamos para andar de kyak: homens contra mulheres... Devido à desincronização do Rui, ao meu corte no dedo, e à batotice das senhoras, estas ganharam. Nada mais tenho a dizer tirando que andamos pela água um tanto ou quanto misturadas com óleo e algum lixo, mas cuja paisagem valeu a pena.
    Após o kyak, almoçamos a bordo umas amêijoas, arroz com tofu e outros pratos bastante saborosos.
    Após almoçar, o Capitão parou numa zona ligeiramente menos poluída para darmos mergulhos do barco e nadar no mar. Eu como não resisto, não me fiz de rogado e andei a esbracejar pelas águas da baía, e fui até uma mini praia, onde me senti um náufrago... principalmente quando achei que o barco se estava a ir embora.
    Ainda tivemos tempo de ir à Monkey Island, onde macacos locais vivem felizes enquanto esperam uma oportunidade para roubar uma coca cola ou uma sandes aos turistas recém chegados mais distraídos. A Sofia, sem dar por nada, teve um macaco no ombro durante um bom bocado, o que foi assustador e hilariante ao mesmo tempo. :P
    Voltamos mais cedo para a mainland num barco igual, mas só para nós, onde aproveitámos cada segundo daquela paisagem maravilhosa :)
    Após duche rápido, despedida sentida do dono do Homestay que tão bem nos recebeu e tanto nos ajudou, apanhámos um bus para Tam Coc, onde fomos conduzidos por um motorista louco com um fetiche pela buzina que a usava como uma extensão natural do código da estrada para justificar todas as manobra loucas que foi fazendo ao longo do percurso. A sorte foi que vimos poucas destas manobras porque viemos quase sempre a dormir.
    Nota: a Sofia descobriu que existe, de facto, um código de buzinas para a estrada no Vietnam
    Chegados a tam coc ja de noite, seguimos as "big lights in the mountain" e fizemos check in no Sunshine Tam Coc Homestay, rodeado de campos de arroz, com uma recepção super simpatica pela dona e o seu marido, com direito a um sumo de manga divinal.
    Fomos jantar de bicicleta e acabamos a noite num bar no centro a beber uns copos com malta local e estrangeiras em ambiente de festa que durou até as 3am :p
    Amanhã há mais!
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  • Day66

    Halong Bay, Vietnam

    March 10, 2014 in Vietnam ⋅ ⛅ 2 °C

    15C and slight drizzle with mist covering the tops of all the islands. It was a disappointment not to see this wonderful part of the world in all its glory, but we did the best we could. Whilst Vietnamese junks moored alongside the ship to carry passengers around the islands, we joined our friends Steve and Maureen and hopped on the tender to take us ashore. We then walked along a very nice palm fringed wide promenade which overlooked the bay and eventually came upon quite a large market and after some haggling, bought a couple of small pictures to bring back home. Everybody was very friendly and some of the traders spoke in broken English. We then stopped for coffee and green tea in a stylish cafe before slowly walking back. We passed several restaurants and would have loved to have gone in for a meal but time did not permit. This was a very friendly resort and thoroughly enjoyed our brief stay.Read more

  • Day325

    Halong Bay

    February 28, 2016 in Vietnam ⋅ ☀️ 23 °C

    Halong Bay haben wir uns passend als Highlight von Vietnam für den Schluss aufgehoben. Wir buchten uns eine 2 tägige Tour auf einm Schiff und konnten so die Bucht mit seinen ca. 2.000 Kalksteinfelsen bei strahlendem Sonnenschein bewundern. Ein tolles und unvergessliches Erlebnis und ein würdiger Abschluss unserer Südostasien Reise.Read more

  • Day5

    Halong Bay

    August 29, 2011 in Vietnam ⋅ 🌙 23 °C

    After a day of travelling east and stopping in several villages we arrived in Halong Bay in the afternoon.
    We boarded a beautiful traditional (looking) junk, which was to serve as home that night and the following day as we explored the absolutely amazing Halong Bay!
    The food on board the Junk was simply amazing, probably the best of the whole trip.Read more

  • Day63

    Halong Bay und Monkey Island

    December 10, 2017 in Vietnam ⋅ ☁️ 18 °C

    Im Norden ist es mir viel zu kalt und wenn es bewölkt ist, hat man auch weniger von den spektakulären Berglandschaften. Deshalb entscheide ich mich dafür meine Rollerfahrt nicht im Norden fortzusetzen. Um zwei Tage zu sparen, fahre ich noch am selben Tag an dem wir vom Wandern zurück kommen nach Hanoi. Und zwar mit dem Bus! In Vietnam kann man für einen Preisaufschlag sein Motorrad einfach im Bus mitnehmen. Die 5 Stunden im Bus nach Hanoi ist die bequemste Art zu reisen seit einer längeren Zeit. Ich komme abends um 21 Uhr in Hanoi an.

    Von hier aus buche ich eine dreitägige Tour durch Halong Bay.

    Am ersten Tag geht es um 8 Uhr los mit einem Bus nach Halong City, der 4 Stunden braucht. Dann geht es aufs Boot, wo wir die erste Nacht verbringen. Es ist eine nette Truppe, bestehend aus einem deutschen, einem englischen und einem spanischen Paar, zwei finnischen Jungs und einem Kanadier mit dem ich mir die Kajüte teile. Wir essen gut, schippern durchs magische Halong Bay mit seinen Kalksteinfelsen, klettern auf einen Aussichtspunkt und fahren Kayak.

    Die Sehenswürdigkeiten sind leider überlaufen von Chinesen, die einen ungefragt packen und Fotos mit einem machen.

    Am zweiten Tag besuchen wir erst eine imposante Höhle und fahren dann zur Cat Ba Island, wo wir zum Aussichtspunkt im Nationalpark laufen. Nach dem Mittagessen bleibt der Großteil der Gruppe auf Cat Ba. Ich habe eine etwas andere Tour gebucht (weil mein Hostel nur noch diese Version zur Verfügung hatte) und fahre weiter zur Monkey Island, wo ich mein eigenes Bungalow bewohne, für eine viel zu kurze Zeit! Das englische Pärchen ist auch da.

    Am letzten Tag treffe ich wieder auf die ganze Truppe und wir fahren zusammen zurück nach Hanoi.
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  • Day23

    Halong / Bai Tu Long

    April 1, 2017 in Vietnam ⋅ ☀️ 18 °C

    Am nächsten Morgen wurden wir ganz in der Frühe zu unserem Ausflug zu den beiden Buchten im Nordosten Vietnams abgeholt. Wir verbrachten die Zeit bis zum Mittag im Auto, nur unterbrochen von einer kurzen Pause in einer Art Raststätte, die ungemein scheußlich war. Sie war aufgebaut, wie eine gewaltige Souvenir-Manufaktur mit angeschlossenem Basar. Neben ein paar schönen Mitbringseln, wie den typischen Ein-Tassen-Kaffeefiltern oder den Essschälchen und Aufbewarungskisten, konnte man tausende kitschige Bilder mit Reisbauernnmotiven, hunderte Buddhaschlüsselanhänger und zahlreiche Plastikfächer erwerben. Der Garten des Gebäudes war mit großen Steinfiguren zugestellt, die man sich einfach per Schiff nach Hause liefern lassen konnte. Eine große Fotowand zeigte ein paar ausgewählte Neubesitzer neben ihren Statuen. So lernte man Claude aus Marseille kennen, der sich einen lebensgroßen Elefanten in seinen Garten gestellt hat.

    Als wir am Mittag in der Halong-Bucht ankamen, deren Name auf einen Drachen hinweist, der mit einem der Gründungsmythen Vietnams verbunden ist, war es schon Mittag. Unser Reiseveranstalter hatte allerdings etwas unglücklich geplant, so dass wir zwar bereits auf dem Boot waren, aber noch auf andere Mitreisende warten mussten, die aus anderen Richtungen kamen. Wir waren dann irgendwann die letzten im leergewordenen Hafenbecken und wurden dann noch von einem Problem mit dem Motor aufgehalten. Die Gruppe hatte sich inzwischen auf 14 Personen vergrößert, darunter eine Familie aus Stuttgart, deren Tochter im Sommer eingeschult wird. Sie haben also die Gelegenheit genutzt vorher nochmal für 3 Monate durch Indochina zu reisen.

    Wir starteten in die Bucht und bekamen direkt das Mittagessen serviert. Wie immer stellte man uns den ganzen Tisch zu und Silke und ich kauften einen Wein aus Da Lang, das das einzige Weinanbaugebiet Vietnams beherbergt. Die beiden größten Landwirtschaftsprodukte sind Reis und Kaffee, wobei hier hauptsächlich Robusta-Bohnen angebaut werden, die auf dem Weltmarkt nur eine Chance haben, weil sie deutlich günstiger sind als Arabica-Bohnen. Brasilien hat einmal, um ihre Kaffeeexporte stabil halten zu können gigantische Mengen an vietnamesischem Kaffee für den heimischen Markt eingekauft. Man kann sich also vorstellen, wie groß der Preisunterschied sein muss.

    Die Halong-Bucht ist seit 1994 als UNESCO-Weltnaturerbe gelistet und ist so berühmt, wegen ihrer im Wasser liegenden Felsformationen. Insgesamt 1969 Kalkfelsen aus dem Wasser, die zumeist dicht bewachsen sind. Auf einigen kann man sogar richtig dichten Dschungel sehen. In den felsen selbst befinden sich zahlreiche Höhlen, die von den gewaltigen Naturkräften über die letzten Jahrtausende in sie getrieben wurden. In einigen von ihnen wurden Flüchtlinge während des Vietamkriegs untergebracht. Sogar ein Krankenhaus mit mehreren Hundert Betten hat es hier gegeben.

    Einen guten Überblick erhält man von der Stelle, wo auch die meiste Schiffe liegen. Hier ist man von zahlreichen Felsen umgeben und kann verhältnismäßig weit gucken. Wir hatten allerdings etwas Pech mit dem Wetter und so sind leider nur verhältnismäßig wenige gute Fotos entstanden.

    Als wir auf dem Panoramadeck standen fiel uns plötzlich eine Frau in einem Ruderboot auf, das vollbeladen mit Snacks und getränken war. Offenbar ein lohendes Konzept so ein Kioskboot. Wir kauften, sehr zum missfallen der Crew unseres Schiffs noch eine Flasche des selben Weines wie zuvor, nur zur Hälfte des Preises für den nächsten Abend. Da wir aber so spät losgefahren waren und die 5 jährige Charlotte eine „Maus“ auf dem Schiff gesehen hatte und Vietnamesen ohnehin nicht dazu neigen Streit anzufangen, ließ man uns gewähren.

    Am selben Abend hatten wir, obwohl es schon dämmerte, noch die Gelegenheit, mit dem Kajak zwischen den Felsen umherzupaddeln. Das war wirklich beeindruckend. Grade die zunehmend dunkler werdende Umgebung verlieh der Bucht ein gespenstisches Ambiente.

    Nach dem Essen dann, behauptete ein mitreisender Brite, dass grade eine Ratte über eine der Gardinenstangen gelaufen sei. Ein paar Leute saßen nun mit hochgezogenen Beinen am Tisch. Auch in unserer Kabine hatte ich einen Schatten gesehen und wir haben Spuren der kleinen Nagetiere bemerkt, so dass wir peinlichst darauf geachtet haben, die Badezimmertür geschlossen zu halten. Das brachte uns übrigens einen kleinen Rabatt, von immerhin 16 Dollar, bei der Buchung unserer nächsten Tour ein und es klingt jetzt auch ein wenig schlimmer, als es war. Unser Schiff war nämlich eigentlich im guten Zustand, das Essen war etwas fettig, aber sehr reichhaltig und die Crew war sehr nett.

    Am nächsten Morgen dann, paddelten wir zu einer nahegelegenen Höhle, die wir durchquerten und die entstanden sein soll, als eine junge Frau, die zwangsverheiratet werden sollte, hierher floh. Ihr ebenfalls unglücklicher Geliebter soll zur Höhle gegenüber geworden sein. Als uns diese und eine andere Geschichte erzählt wurden, hatte ich das Gefühl, dass wir in Europa eine andere Geschichtenkultur haben. Selbst Germanische Sagen, bei denen etwa der Wolf Fenris die Sonne verschluckt, sind weniger abstrakt. Das kann aber natürlich auch nur an der Sprachbarriere liegen, wenn einem die Geschichte auf Englisch erzählt wird, geht natürlich vieles von dem, was eine Sprache ausmacht verloren.

    Zum Mittag waren wir wieder an Land, ein Teil der Gruppe verabschiedete sich und wir machten uns auf den Weg nach Bai Tu Long, einer weniger überlaufenen und beschaulicheren Version der Halong Bucht. Mit dabei war auch die Familie aus Stuttgart und zwei Niederländer, die als Expats in Singapur lebten und ein französisches Pärchen. Er hatte wohl vor ein paar Jahren einen Unfall und ist mit einem gebrochenen Halswirbel zunächst vom Krankenhaus abgewiesen worden und dann ein paar Tage mit der Verletzung herumgelaufen. Eine kleine OP-Narbe in seinem Nacken erinnerte daran. In der Bucht selbst trafen wir noch einen Österreicher, der die Gruppe komplettierte. Insgesamt war es ein wirklich netter Haufen.

    Wir fuhren mit dem Boot zu der Insel, auf der wir übernachten sollten und überquerten diese mit Fahrrädern. Wir trafen dort auf eine weniger sympathische Gruppe, einer von ihnen war ein deutscher Politikstudent, der ein Praktikum bei der UN in Thailand gemacht hatte und sich an die Expats ranwarf. Eigentlich eine spannende Sache, hätte er nicht ausgesehen, wie eine ausgedruckte Broschüre der Jungen Union. Ich habe, eingeschlossen eines NATO-Offiziers, diverser Manager und Ingeneure, auf keiner unserer Reisen einen Menschen getroffen, der bei 30 Grad mit einem Pullunder und einem Seitenscheitel rumgelaufen ist…

    Wir machten bei dem Kochkurs am Abend wieder Frühlingsrollen. Das konnten wir inzwischen richtig gut und für die beiden Kinder war das tatsächlich ganz nett auch mal helfen zu können. Nach dem Essen saßen wir noch eine Weile herum, tranken den Wein aus dem Bootskiosk und unterhielten uns. Der Österreicher, der zu uns gestoßen war, war grade auch in einem Sabbatjahr und erzählte uns von seinem Aufenthalt in Venezuela und Kolumbien und von Afrika.

    Am nächsten Tag dann fuhren wir wieder mit dem Boot in die Bucht hinaus, hatten endlich gutes Wetter und konnten mit dem Kajak durch eine Austernfarm fahren. Einige von uns sind auch schwimmen gegangen. Silke und ich fragten uns aber, wo die Abwässer der Muschelfarmer, die in einem kleinen Haus auf dem Wasser lebten hingeleitet wurden und verzichteten lieber...
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You might also know this place by the following names:

Phường Hà Tu, Phuong Ha Tu

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